sexta-feira, 18 de maio de 2012

Teste de 12ºAno - Humanística

Ano Lectivo 2006/07
Ministério da Educação e Ensino superior
Escola Secundária do Palmarejo
1° Teste Sumativo de Língua Portuguesa – 3° trimestre 12º ano Humanística03/05/2007

Lê as perguntas e responde, com clareza e correcção, às questões seguintes:

I
1. “ A Questão Coimbrã marcou o início do Realismo em Portugal. Nela manisfestou-se, pela primeira vez, o protesto da Geração de 70 contra o exagero do gosto romântico.” (6 valores)

1.1. Desenvolve a ideia expressa na afirmação dada, destacando:
· O objectivo da Questão Coimbrã;
· O papel da Geração de 70 na implementação do Realismo em Portugal;
· Conceito do realismo;
· As características do Realismo;

II
1. Segundo Manuel Ferreira, “ Tirante um Pedro Corsino de Azevedo, um Pedro Cardoso e um Eugénio Tavares, os escritores de Cabo Verde jamais tinham pensado na sua terra em termos de recriação artística… toda a cultura se manifestava era tecida no húmus da raiz metropolitana (…)”Explica a afirmação dada, não te esquecendo de apresentar as principais características da produção literária da Pré-Claridade. (5 valores)
2. Lê as afirmações que se seguem e trancreve para a folha de teste as que consideras como verdadeiras: (3 valores)
a) Os claridosos aderiram à Negritude;
b) Baltazar Lopes, Manuel Lopes e Jorge Barbosa foram os precursores da Claridade;
c) A expressão “fincar os pés na terra” expressa a ideia da cabo-verdianidade;
d) A expressão “fincar os pés na terra” expressa a ideia da cabo-verdianitude;
e) O grupo do Suplemento Cultural defendia os valores da cultura negra.
3. Refere-te à importância do movimento claridoso para a cultura cabo-verdiana. (6 (valores)

Teste de12º Ano - Humanística 2º trimestre


Ano Lectivo  2006/07
Ministério da Educação
Escola Secundária do Palmarejo
2º Teste Sumativo de Língua Portuguesa – 2° trimestre 12º ano Humanística 21/03/2007

Lê as perguntas e responde, com clareza e correcção, às questões seguintes:

Insônia

Ó retrato da Morte, oh Noite amiga!
Por cuja escuridão suspiro há tanto!
Calada testemunha de meu pranto,
De meus desgostos secretária antiga!

Pois manda Amor que a ti somente os diga,
Dá-lhes pio agasalho no teu manto;
Ouve-os, como costumas, ouve, enquanto
Dorme a cruel, que a delirar me obriga.

E vós, oh cortesãos da obscuridade,
Fantasmas vagos, mochos piadores,
Inimigos, como eu, da claridade!

Em bandos acudi aos meus clamores;
Quero a vossa medonha sociedade;
Quero fartar meu coração de horrores.

Bocage, Sonetos
I 
1. Refere ao tema tratado no poema.

1.1. Explica, por tuas palavras e com exemplos do poema, como é que o poeta desenvolve esse tema ao longo do Soneto.

1.2. Diz qual é o estado psicológico do sujeito poético e as causas que o justificam.

2. Neste Soneto denota-se que há uma relação positiva entre o poeta e a noite. Fundamenta esta afirmação, exemplificando com versos do poema.

3. Identifica e define dois (2) recursos estilísticos presentes no poema.

4.1. Exemplifica os recursos identificados em 4 com versos do poema.

5. Enquadra Bocage na(s) tendência(s) literária(s) a que pertence, salientando as características dessa(s) tendência(s) no poema.

II
1. Escolhe uma das opções a seguir apresentadas e desenvolve-a com base nos conhecimentos adquiridos nas aulas e nas leituras que tenhas feito.

A - O Romantismo em Portugal conheceu duas fases: uma fase de investigação das suas raízes e uma fase de implementação das influências românticas propriamente dita. Tendo em conta esta afirmação, explica o aparecimento do romantismo em Portugal.

B - Numa pequena composição, relaciona o Neoclassicismo e o Romantismo, não te esquecendo de mencionar os seus principais precursores.
Bom Trabalho!
OBS: Teste elaborado pelos estagiários da ECVP do ISE

terça-feira, 15 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

As novas tecnologias: unem as pessoas ou não?


A grande facilidade com que os usuários do Facebook podem agregar "amigos" a seu perfil, a simplicidade com que as pessoas podem conversar através dos diversos chats com outros "amigos" ou "seguidores", muitas vezes espalhados pelo mundo inteiro, e outras realidades, pareceriam inclinar pelo "sim" à pergunta de se as novas tecnologias facilitam as relações humanas.

Entretanto, um olhar crítico sobre essas amizades cibernéticas, realizada por uma psicóloga, professora do Instituto Técnológico de Massachussets - MIT, nos indica o espaço examinador de todos estes intercâmbios.
No inteligente editorial publicado na edição digital do New York Times de 21 de abril, SherryTurkle invoca sua experiência na matéria para opinar: "Nos últimos 15 anos, tenho estudado tecnologias de conexão móvel e conversei com centenas de pessoas de todas as idades e circunstâncias sobre as suas vidas "conectadas". Eu aprendi que os pequenos dispositivos que carregamos são tão poderosos que podem mudar não só o que fazemos, mas também quem somos", disse.

O que que foi dito parece uma banalidade, pois, tudo o que o homem faz, de alguma maneira, o transforma. Entretanto, não é banal de maneira nenhuma a profundidade dessas mudanças, particularmente no que se refere ao relacionamento com nossos semelhantes.
"Nós nos acostumamos a uma nova forma de estar "a sós".
Tecnologicamente habilitados, somos capazes de estar um com o outro, e também em outros lugares, conectados onde queremos estar. Queremos personalizar nossas vidas. Queremos entrar e sair de onde estamos porque a coisa que mais valorizamos é o controle sobre onde focamos nossa atenção.
Nós nos acostumamos com a ideia de estar em uma tribo de um, fiel ao nosso próprio partido": Uma dissertação muito interessante.
A tecnologia nos permite então, com maior ou menor facilidade, pensar e dedicar preferentemente nossos sentidos à aquilo que nos interessa ou nos agrada.
De fato, não cremos ser os únicos que experimentaram a tentação (e talvez caído nela) de perguntarmo-nos e olhar o que nos chegou no e-mail enquanto estamos em uma reunião de trabalho, social ou familiar, ou até inclusive enquanto escutamos algum sermão dominical não muito ameno.
Mas isto que os antigos poderiam qualificar como falta de educação -não dedicar os 5 sentidos ao interlocutor, ou ao expositor- é qualificado por muito de nossos jovens nativos digitais como uma "skill" a ser conquistada. Assim constatou nossa psicóloga:

"Meus estudantes me falam sobre uma nova e importante habilidade: trata-se de manter contato visual com alguém enquanto escreve uma mensagem, é difícil, mas pode ser feito", lhe dizem os alunos a Sherry.
Pessoalmente o autor destas linhas teve essa experiência em mais de um jantar ou encontro, e posso dizer com toda a certeza que meu interlocutor ainda não havia adquirido a destreza suficiente para que eu não me sentisse desprezado. Mas enfim, devem ser minhas características de não nativo digital, mas de migrante digital, que ainda me encarceram nesses sentimentos.
Uma das mais finas, e interessantes observações que faz a professora do MIT é a da qualidade da "doação pessoal" e de outras características específicas que se patenteiam nas conversas digitais. Vejamos:
"No silêncio da conexão, as pessoas são consoladas por estar em contato com um monte de gente - cuidadosamente mantidos à distância. Nós não podemos ter o suficiente do outro se temos a capacidade de usar a tecnologia para manter o outro a distâncias que podemos controlar: não muito perto, não muito longe, apenas na distância correta (...) Em mensagens de texto, e-mails e postagensapresentamos o que queremos ser. Isto significa que podemos editar. E se quisermos, podemos excluir. Ou retocar: a voz, a carne, o rosto, o corpo. Não muito, não pouco".
Esse contato não pleno que ocorre no ciberespaço, é introduzido de maneira sugestica por Turkle com a expressão o ‘silêncio da conexão'. Quer dizer, poderemos ‘falar' muito por chat ou comunicar-nos até a saciedade por e-mail, mas sempre haverão elementos que não se transmitem e sobre os quais se faz silêncio. Não se transmitem porque os retocamos ou silenciamos, ou simplesmente porque as próprias limitações do canal o impedem. Mas além disso, um uso abusivo ou exclusivo deste tipo de comunicação pode atrofiar as capacidades que temos de dar-nos por completo aos demais na conversa ou no contato pessoal, e esse risco o correm particularmente os jovens.
"Um menino de 16 anos, que se baseia em mensagens de texto para quase tudo, disse, quase melancólico, ‘Algum dia, algum dia, mas certamente não agora, eu gostaria de aprender a ter uma conversa'", relata Turkle.
"No trabalho de hoje, os jovens que cresceram temendo conversar aparecem usando fones de ouvido. Caminhando através de uma biblioteca da faculdade ou de um campus de alta tecnologia se vê a mesma coisa: estamos juntos, mas cada um de nós está em sua própria bolha, furiosamente conectado a teclados e telas sensíveis a toque minúsculos", continua.
"Jovens que crescem temendo conversar". Outra espressão muito bem encontrada, Encerrados em seus tanques cibernéticos, não são poucos os que terminam não conhecendo bem seus vizinhos mais próximos, seja no escritório ou na escola, pois uma mistura de temor e "falta de tempo" os inibe a abrir sua alma ou a peregrinar em almas alheias. Isso em moral cristã tem um nome talvez um pouco forte para aplicar a esta realidade mas que consideramos que não deixa de ser adequado e se chama egoísmo: sou eu, com meus desejos, com minha música e meus vídeos, com os amigos que eu quero frequentar, e na medida e intensidade que eu queira, mostrando só o que eu quero e quando quero.
Entretanto, e foi bem destacado na metafísica cristã recente, o ser humano é um ser ‘donal', não só um ser ‘em relação', mas uma criatura que está chamada por natureza a "dar-se". O risco do egoísmo cibernético é que tem conexos com os deleitáveis e venenosos prazeres do egoísmo. Mas o egoísmo, qualquer que seja, inclusive se se disfarça de iphones, ipads, ou smartphones, cedo ou tarde, termina enfastiando, termina tornando amarga a existência.
E a solução segue sendo hoje como sempre, o dar-se, o entregar-se, o abrir-se, a imitação dAquele que há 2.000 anos na Palestina disse que não há quem demonstre mais amor que o que dá a vida por seus amigos.
Por Saúl Castiblanco
Traduzido por:
Emílio Portugal Coutinho

domingo, 13 de maio de 2012

Crónica de Elmira Pereira


   
Tempo a tempo
Certo dia, a minha amiga me pediu um tempo, porque lhe disseram que nós não nos dávamos bem. Ela pensou e disse a mesma coisa, também eu disse para mudar o seu comportamento perante a sociedade. Ela não conseguia, e é muito difícil. Pois é como uma droga que experimentamos e gostamos de sair, mas o vício não nos deixa. Eu entendi a situação dela, mas ela tem que entender a minha que é um pouco grave. A minha família sabendo dela... Depois de uma semana perguntei-lhe se o tempo já acabou, porque o tempo é traiçoeiro e a fila anda. E ela não me respondeu. Mas na tua opinião o que farias provavelmente se souberes que nós somos amigas, iríamos conversar e chegar a uma conclusão que é ficarmos amigas. E penso. Nada melhor, ela algum dia vai ver que realmente nossa amizade nunca foi em vão. Mas eu que não volto a ser sua amiga.
É que cada família tem de aceitar amizades com fizemos, mesmo com pessoa pobre ou rica, branca ou preta ou que tem uma má característica na sociedade… se o nosso amigo, por exemplo, é alcoólico ou drogado a família não deve impedirmos de estar com aquela pessoa, mas sim de juntar e ajudar aquela pessoa. Porquê que muitas famílias nos impedem de associarmos com este tipo de pessoas? Acho que eles podem ter medo de nós cairmos juntos com eles. Mas nem todo o amigo é assim. No meu caso, em vez de me juntar a eles para fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, vou fazer contrário juntar a outros que querem ajudar aquelas pessoas. Mas nem todos eles querem ter uma vida saudável, mas alguns podem querer ser ajudado. É isso, minha gente, é com uma mão na outra que se forma uma grande corrente.     

Cronista: Elmira Pereira, aluna da Escola Secundária Abílio Duarte 
Professor: Ricardino Rocha                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Crónica de Elisabeth Ferreira




Melhor Educação

Quem são os verdadeiros pais que educam melhor os filhos? São aqueles que lhes dão mimos ou aqueles que os batem em qualquer situação?

Eis a pergunta feita por muitos adolescentes. Como todos sabem, os pais são pessoas que educam os filhos e não os deixam passar necessidades. Mas segundo o que acontece, há pais que quando os filhos fazem algo de errado chamam-lhes atenção e depois dão-lhes mimos passando-lhes a mão na cabeça ou outras coisas. Por causa dessa má educação, às vezes, pode ter consequências frustrantes como, por exemplo, havia uma mulher que passava o dia a falar da vida das pessoas dizendo que os seus filhos fazem isso, fazem aquilo, mas ela não reparava no seu. Quando o seu filho fazia alguma coisa de errado ela chamava-lhe a atenção e dava-lhe mimos. E o que aconteceu foi que quando ele cresceu teve dois filhos deu a sua mãe para cuidar, foi para Suíça e meteu-se na droga e nunca mais deu notícia se está morto ou vivo, porém vemos por outro lado pais que batem nos filhos e não explicam se eles fazem mal ou errado, para eles só importa bater neles. Mas eles deviam mostrar o que não fizeram certo e fazer um pouco de pressão para eles compreender. Porque, às vezes, os filhos podem criar educados, mas outras vezes as consequências são diferentes. Como por exemplo, havia uma outra senhora que de tanto bater no seu filho, ele fugiu de casa, depois foi encontrado, porém tornou-se numa pessoa tímida e violenta e agora tem problema de dizer as palavras.
Por isso, os pais devem agir corretamente, por exemplo, quando os filhos fazem algo de errado as melhores maneiras de prosseguir é explicar que o fizeram de errado, se for preciso batem-lhes para não fazerem mais ou podem agir doutra maneira, podem colocar-lhes de castigo, podem tirar-lhes o que mais gostam como por exemplo o telemóvel, proibir de usar o computador, etc. Considero esta a melhor forma de educar o seu filho. Só com uma boa educação temos a garantia de uma vida digna no futuro.

Elizabeth Ferreira, aluna do 11º ano - Escola Secundária Constantino Semedo, Ach. S. Felipe - Cidade da Praia ex-aluda da ESAD - Palmarejo.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dia da Língua Portuguesa

Olá cibernautas, e ciberlusófonos é com prazer e lusofonia que desejamos a todos os que nos seguem pelos quatro cantos e aos mais de 200.000.000 de falantes lusófonos  um ótimo dia da língua portuguesa e que essa pátria que nos une seja cada vez mais nossa.
"Minha pátria é a  lingua portuguesa." - Fernando Pessoa

Fenômeno da globalização

Nos dias de hoje, na era das telecomunicações e da digitalização, é notória  o fenómeno da globalização. Mais do que nunca estamos cercados de inovações tecnológicas a uma velocidade extraordinária que se alguém ou algum estado estiver a dormir perde o comboio do desenvolvimento.
Entretanto, é importante frisar que " não há bela sem senão". Esse fenómeno que traz desenvolvimento, competitividade, inovação tecnológica e investimento económico traz consigo problemas que se não forem resolvidos no início, pode trazer consequências indesejadas para muitos que estão fora desse trilho.
Quero com isso dizer que esse processo pode provocar a exclusão dos inaptos e dos incapacitados, por exemplo, nos mercados do trabalho, senão vejamos: hoje qualquer pessoa por mais qualificada que seja, se não dominar as novas tecnologias de informação e da comunicação será sempre um analfabeto - infoexclusão - e pode perder a sua chance de  se afirmar para com os seus pares.
Ricardino Rocha

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Publicidade da CV MÓVEL

A nossa bem conhecida empresa de comunicação móvel – CV MÓVEL - mais uma vez superou o bom senso da iniquidade, ou seja, da enganação como diz o brasileiro.
Há publicidade e publicidade. Cada um engana como pode o seu cliente. Agora o que nós temos visto da publicidade não é a questão da qualidade do produto ou não, mas é a mensagem veiculada na mesma. Ora, o que se vê nessas publicidades dessa empresa é que eles pensam que deve ser a família de hoje. Filhos enganando os pais, casais de namorados se ludibriando, enfim… uma família de aparências, do que é, mas que não devia ser ou o que não é e que devia ser. Portanto, uma enganação total.
Ora, se a publicidade é assim imaginem então a qualidade do produto? Isso já são outros quinhentos.
O que se quer passar e fazer as pessoas comprar são as asneiras de pessoas sem escrúpulos que acham pelo facto de terem um produto novo(?), acham que os outros são parvos e que têm que comprar. Ora, isso já deve ser combatido por todos. Não à enganação! Não à inversão dos valores!
Se for preciso que ninguém compre os seus produtos para esses barões aprenderem a respeitar a inteligência e a dignidade das pessoas que são tão humanas como eles.
Porque esses produtos não são para o boi ou a vaca comprar. São pessoas. Cadê o direito do consumidor de dizer: “Esse produto não quero. Não quero enganação”?
Pelo menos eu digo: publicitar e incitar a inversão de valores, não. Não e não!!!
Vamos todos dizer em todos os blogues, sites, facebooks outras redes sociais: publicidade destas não!!!

Ricardino Rocha
também disponível em www.ricardinorocha.blogspot.com

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Escola Secundária Abíliio Duarte apura-se para a finalíssima


Neste último fim-de-semana ocorreu mais um concurso  público sobre Literatura realizado pelo Centro Cultural Brasil Cabo Verde. O concurso pôs fim à terceira fase do Campeonato Municipal de Literatura. Frente a frente estiveram a Escola Secundária Abílio Duarte de Palmarejo e Escola Secundária Pedro Gomes da Achada S. António.
O concurso aconteceu na Praça do Café Sofia e foi  transmitido em direto pela rádio Praia FM2-Radiu Kultura, 104.1. Os participantes foram estudantes do 11º ano da área de Humanística das duas escolas e desafio era responder a perguntas sobre literatura moçambicana.
Depois de E.S. Cónego Jacinto e Manuel Lopes garantirem as suas passagens para a próxima edição, nesta, ficou apurada a terceira escola - Escola Secundária Abílio Duarte - que vai participar da finalíssima, em Junho, onde as quatro escolas ganhadoras de cada edição vão disputar o primeiro prémio com base num tema específico de literatura de um país de língua oficial portuguesa, neste caso a literatura brasileira.
A próxima edição do concurso começa já em 26 de maio e vai colocar frente a frente as Escolas Secundárias Amor de Deus e Miraflores. O tema sobre o qual os participantes vão se debruçar será literatura portuguesa.

Ricardino Rocha