terça-feira, 15 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

As novas tecnologias: unem as pessoas ou não?


A grande facilidade com que os usuários do Facebook podem agregar "amigos" a seu perfil, a simplicidade com que as pessoas podem conversar através dos diversos chats com outros "amigos" ou "seguidores", muitas vezes espalhados pelo mundo inteiro, e outras realidades, pareceriam inclinar pelo "sim" à pergunta de se as novas tecnologias facilitam as relações humanas.

Entretanto, um olhar crítico sobre essas amizades cibernéticas, realizada por uma psicóloga, professora do Instituto Técnológico de Massachussets - MIT, nos indica o espaço examinador de todos estes intercâmbios.
No inteligente editorial publicado na edição digital do New York Times de 21 de abril, SherryTurkle invoca sua experiência na matéria para opinar: "Nos últimos 15 anos, tenho estudado tecnologias de conexão móvel e conversei com centenas de pessoas de todas as idades e circunstâncias sobre as suas vidas "conectadas". Eu aprendi que os pequenos dispositivos que carregamos são tão poderosos que podem mudar não só o que fazemos, mas também quem somos", disse.

O que que foi dito parece uma banalidade, pois, tudo o que o homem faz, de alguma maneira, o transforma. Entretanto, não é banal de maneira nenhuma a profundidade dessas mudanças, particularmente no que se refere ao relacionamento com nossos semelhantes.
"Nós nos acostumamos a uma nova forma de estar "a sós".
Tecnologicamente habilitados, somos capazes de estar um com o outro, e também em outros lugares, conectados onde queremos estar. Queremos personalizar nossas vidas. Queremos entrar e sair de onde estamos porque a coisa que mais valorizamos é o controle sobre onde focamos nossa atenção.
Nós nos acostumamos com a ideia de estar em uma tribo de um, fiel ao nosso próprio partido": Uma dissertação muito interessante.
A tecnologia nos permite então, com maior ou menor facilidade, pensar e dedicar preferentemente nossos sentidos à aquilo que nos interessa ou nos agrada.
De fato, não cremos ser os únicos que experimentaram a tentação (e talvez caído nela) de perguntarmo-nos e olhar o que nos chegou no e-mail enquanto estamos em uma reunião de trabalho, social ou familiar, ou até inclusive enquanto escutamos algum sermão dominical não muito ameno.
Mas isto que os antigos poderiam qualificar como falta de educação -não dedicar os 5 sentidos ao interlocutor, ou ao expositor- é qualificado por muito de nossos jovens nativos digitais como uma "skill" a ser conquistada. Assim constatou nossa psicóloga:

"Meus estudantes me falam sobre uma nova e importante habilidade: trata-se de manter contato visual com alguém enquanto escreve uma mensagem, é difícil, mas pode ser feito", lhe dizem os alunos a Sherry.
Pessoalmente o autor destas linhas teve essa experiência em mais de um jantar ou encontro, e posso dizer com toda a certeza que meu interlocutor ainda não havia adquirido a destreza suficiente para que eu não me sentisse desprezado. Mas enfim, devem ser minhas características de não nativo digital, mas de migrante digital, que ainda me encarceram nesses sentimentos.
Uma das mais finas, e interessantes observações que faz a professora do MIT é a da qualidade da "doação pessoal" e de outras características específicas que se patenteiam nas conversas digitais. Vejamos:
"No silêncio da conexão, as pessoas são consoladas por estar em contato com um monte de gente - cuidadosamente mantidos à distância. Nós não podemos ter o suficiente do outro se temos a capacidade de usar a tecnologia para manter o outro a distâncias que podemos controlar: não muito perto, não muito longe, apenas na distância correta (...) Em mensagens de texto, e-mails e postagensapresentamos o que queremos ser. Isto significa que podemos editar. E se quisermos, podemos excluir. Ou retocar: a voz, a carne, o rosto, o corpo. Não muito, não pouco".
Esse contato não pleno que ocorre no ciberespaço, é introduzido de maneira sugestica por Turkle com a expressão o ‘silêncio da conexão'. Quer dizer, poderemos ‘falar' muito por chat ou comunicar-nos até a saciedade por e-mail, mas sempre haverão elementos que não se transmitem e sobre os quais se faz silêncio. Não se transmitem porque os retocamos ou silenciamos, ou simplesmente porque as próprias limitações do canal o impedem. Mas além disso, um uso abusivo ou exclusivo deste tipo de comunicação pode atrofiar as capacidades que temos de dar-nos por completo aos demais na conversa ou no contato pessoal, e esse risco o correm particularmente os jovens.
"Um menino de 16 anos, que se baseia em mensagens de texto para quase tudo, disse, quase melancólico, ‘Algum dia, algum dia, mas certamente não agora, eu gostaria de aprender a ter uma conversa'", relata Turkle.
"No trabalho de hoje, os jovens que cresceram temendo conversar aparecem usando fones de ouvido. Caminhando através de uma biblioteca da faculdade ou de um campus de alta tecnologia se vê a mesma coisa: estamos juntos, mas cada um de nós está em sua própria bolha, furiosamente conectado a teclados e telas sensíveis a toque minúsculos", continua.
"Jovens que crescem temendo conversar". Outra espressão muito bem encontrada, Encerrados em seus tanques cibernéticos, não são poucos os que terminam não conhecendo bem seus vizinhos mais próximos, seja no escritório ou na escola, pois uma mistura de temor e "falta de tempo" os inibe a abrir sua alma ou a peregrinar em almas alheias. Isso em moral cristã tem um nome talvez um pouco forte para aplicar a esta realidade mas que consideramos que não deixa de ser adequado e se chama egoísmo: sou eu, com meus desejos, com minha música e meus vídeos, com os amigos que eu quero frequentar, e na medida e intensidade que eu queira, mostrando só o que eu quero e quando quero.
Entretanto, e foi bem destacado na metafísica cristã recente, o ser humano é um ser ‘donal', não só um ser ‘em relação', mas uma criatura que está chamada por natureza a "dar-se". O risco do egoísmo cibernético é que tem conexos com os deleitáveis e venenosos prazeres do egoísmo. Mas o egoísmo, qualquer que seja, inclusive se se disfarça de iphones, ipads, ou smartphones, cedo ou tarde, termina enfastiando, termina tornando amarga a existência.
E a solução segue sendo hoje como sempre, o dar-se, o entregar-se, o abrir-se, a imitação dAquele que há 2.000 anos na Palestina disse que não há quem demonstre mais amor que o que dá a vida por seus amigos.
Por Saúl Castiblanco
Traduzido por:
Emílio Portugal Coutinho

domingo, 13 de maio de 2012

Crónica de Elmira Pereira


   
Tempo a tempo
Certo dia, a minha amiga me pediu um tempo, porque lhe disseram que nós não nos dávamos bem. Ela pensou e disse a mesma coisa, também eu disse para mudar o seu comportamento perante a sociedade. Ela não conseguia, e é muito difícil. Pois é como uma droga que experimentamos e gostamos de sair, mas o vício não nos deixa. Eu entendi a situação dela, mas ela tem que entender a minha que é um pouco grave. A minha família sabendo dela... Depois de uma semana perguntei-lhe se o tempo já acabou, porque o tempo é traiçoeiro e a fila anda. E ela não me respondeu. Mas na tua opinião o que farias provavelmente se souberes que nós somos amigas, iríamos conversar e chegar a uma conclusão que é ficarmos amigas. E penso. Nada melhor, ela algum dia vai ver que realmente nossa amizade nunca foi em vão. Mas eu que não volto a ser sua amiga.
É que cada família tem de aceitar amizades com fizemos, mesmo com pessoa pobre ou rica, branca ou preta ou que tem uma má característica na sociedade… se o nosso amigo, por exemplo, é alcoólico ou drogado a família não deve impedirmos de estar com aquela pessoa, mas sim de juntar e ajudar aquela pessoa. Porquê que muitas famílias nos impedem de associarmos com este tipo de pessoas? Acho que eles podem ter medo de nós cairmos juntos com eles. Mas nem todo o amigo é assim. No meu caso, em vez de me juntar a eles para fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, vou fazer contrário juntar a outros que querem ajudar aquelas pessoas. Mas nem todos eles querem ter uma vida saudável, mas alguns podem querer ser ajudado. É isso, minha gente, é com uma mão na outra que se forma uma grande corrente.     

Cronista: Elmira Pereira, aluna da Escola Secundária Abílio Duarte 
Professor: Ricardino Rocha                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Crónica de Elisabeth Ferreira




Melhor Educação

Quem são os verdadeiros pais que educam melhor os filhos? São aqueles que lhes dão mimos ou aqueles que os batem em qualquer situação?

Eis a pergunta feita por muitos adolescentes. Como todos sabem, os pais são pessoas que educam os filhos e não os deixam passar necessidades. Mas segundo o que acontece, há pais que quando os filhos fazem algo de errado chamam-lhes atenção e depois dão-lhes mimos passando-lhes a mão na cabeça ou outras coisas. Por causa dessa má educação, às vezes, pode ter consequências frustrantes como, por exemplo, havia uma mulher que passava o dia a falar da vida das pessoas dizendo que os seus filhos fazem isso, fazem aquilo, mas ela não reparava no seu. Quando o seu filho fazia alguma coisa de errado ela chamava-lhe a atenção e dava-lhe mimos. E o que aconteceu foi que quando ele cresceu teve dois filhos deu a sua mãe para cuidar, foi para Suíça e meteu-se na droga e nunca mais deu notícia se está morto ou vivo, porém vemos por outro lado pais que batem nos filhos e não explicam se eles fazem mal ou errado, para eles só importa bater neles. Mas eles deviam mostrar o que não fizeram certo e fazer um pouco de pressão para eles compreender. Porque, às vezes, os filhos podem criar educados, mas outras vezes as consequências são diferentes. Como por exemplo, havia uma outra senhora que de tanto bater no seu filho, ele fugiu de casa, depois foi encontrado, porém tornou-se numa pessoa tímida e violenta e agora tem problema de dizer as palavras.
Por isso, os pais devem agir corretamente, por exemplo, quando os filhos fazem algo de errado as melhores maneiras de prosseguir é explicar que o fizeram de errado, se for preciso batem-lhes para não fazerem mais ou podem agir doutra maneira, podem colocar-lhes de castigo, podem tirar-lhes o que mais gostam como por exemplo o telemóvel, proibir de usar o computador, etc. Considero esta a melhor forma de educar o seu filho. Só com uma boa educação temos a garantia de uma vida digna no futuro.

Elizabeth Ferreira, aluna do 11º ano - Escola Secundária Constantino Semedo, Ach. S. Felipe - Cidade da Praia ex-aluda da ESAD - Palmarejo.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dia da Língua Portuguesa

Olá cibernautas, e ciberlusófonos é com prazer e lusofonia que desejamos a todos os que nos seguem pelos quatro cantos e aos mais de 200.000.000 de falantes lusófonos  um ótimo dia da língua portuguesa e que essa pátria que nos une seja cada vez mais nossa.
"Minha pátria é a  lingua portuguesa." - Fernando Pessoa

Fenômeno da globalização

Nos dias de hoje, na era das telecomunicações e da digitalização, é notória  o fenómeno da globalização. Mais do que nunca estamos cercados de inovações tecnológicas a uma velocidade extraordinária que se alguém ou algum estado estiver a dormir perde o comboio do desenvolvimento.
Entretanto, é importante frisar que " não há bela sem senão". Esse fenómeno que traz desenvolvimento, competitividade, inovação tecnológica e investimento económico traz consigo problemas que se não forem resolvidos no início, pode trazer consequências indesejadas para muitos que estão fora desse trilho.
Quero com isso dizer que esse processo pode provocar a exclusão dos inaptos e dos incapacitados, por exemplo, nos mercados do trabalho, senão vejamos: hoje qualquer pessoa por mais qualificada que seja, se não dominar as novas tecnologias de informação e da comunicação será sempre um analfabeto - infoexclusão - e pode perder a sua chance de  se afirmar para com os seus pares.
Ricardino Rocha

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Publicidade da CV MÓVEL

A nossa bem conhecida empresa de comunicação móvel – CV MÓVEL - mais uma vez superou o bom senso da iniquidade, ou seja, da enganação como diz o brasileiro.
Há publicidade e publicidade. Cada um engana como pode o seu cliente. Agora o que nós temos visto da publicidade não é a questão da qualidade do produto ou não, mas é a mensagem veiculada na mesma. Ora, o que se vê nessas publicidades dessa empresa é que eles pensam que deve ser a família de hoje. Filhos enganando os pais, casais de namorados se ludibriando, enfim… uma família de aparências, do que é, mas que não devia ser ou o que não é e que devia ser. Portanto, uma enganação total.
Ora, se a publicidade é assim imaginem então a qualidade do produto? Isso já são outros quinhentos.
O que se quer passar e fazer as pessoas comprar são as asneiras de pessoas sem escrúpulos que acham pelo facto de terem um produto novo(?), acham que os outros são parvos e que têm que comprar. Ora, isso já deve ser combatido por todos. Não à enganação! Não à inversão dos valores!
Se for preciso que ninguém compre os seus produtos para esses barões aprenderem a respeitar a inteligência e a dignidade das pessoas que são tão humanas como eles.
Porque esses produtos não são para o boi ou a vaca comprar. São pessoas. Cadê o direito do consumidor de dizer: “Esse produto não quero. Não quero enganação”?
Pelo menos eu digo: publicitar e incitar a inversão de valores, não. Não e não!!!
Vamos todos dizer em todos os blogues, sites, facebooks outras redes sociais: publicidade destas não!!!

Ricardino Rocha
também disponível em www.ricardinorocha.blogspot.com

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Escola Secundária Abíliio Duarte apura-se para a finalíssima


Neste último fim-de-semana ocorreu mais um concurso  público sobre Literatura realizado pelo Centro Cultural Brasil Cabo Verde. O concurso pôs fim à terceira fase do Campeonato Municipal de Literatura. Frente a frente estiveram a Escola Secundária Abílio Duarte de Palmarejo e Escola Secundária Pedro Gomes da Achada S. António.
O concurso aconteceu na Praça do Café Sofia e foi  transmitido em direto pela rádio Praia FM2-Radiu Kultura, 104.1. Os participantes foram estudantes do 11º ano da área de Humanística das duas escolas e desafio era responder a perguntas sobre literatura moçambicana.
Depois de E.S. Cónego Jacinto e Manuel Lopes garantirem as suas passagens para a próxima edição, nesta, ficou apurada a terceira escola - Escola Secundária Abílio Duarte - que vai participar da finalíssima, em Junho, onde as quatro escolas ganhadoras de cada edição vão disputar o primeiro prémio com base num tema específico de literatura de um país de língua oficial portuguesa, neste caso a literatura brasileira.
A próxima edição do concurso começa já em 26 de maio e vai colocar frente a frente as Escolas Secundárias Amor de Deus e Miraflores. O tema sobre o qual os participantes vão se debruçar será literatura portuguesa.

Ricardino Rocha




Como estudar vocabulário


Fonte: http://www.educare.pt/

Por Armanda Zenhas

Há variadíssimas técnicas de estudo que podem socorrer-se de áreas tão diferentes como a música, o movimento, a dramatização, a manipulação ou o humor.

A aprendizagem de uma língua estrangeira passa pela aquisição de muito vocabulário. Afinal, as palavras são os 'tijolos' da língua. Neste artigo vamos ver formas diversas de estudar vocabulário.

Os dois hemisférios do cérebro humano tratam informações diferentes, das quais destacamos as seguintes: lado esquerdo - palavras e ideais sequenciais; lado direito - imagens, sons e movimentos. A memorização é mais eficaz se as técnicas de estudo adotadas mobilizarem os dois hemisférios. Há variadíssimas técnicas de estudo que podem socorrer-se de áreas tão diferentes como a música, o movimento, a dramatização, a manipulação ou o humor.

Cada criança, tal como cada adulto, tem as suas características próprias e o seu estilo de aprendizagem. Torna-se importante que tenha acesso a um leque variado de técnicas de estudo de vocabulário (bem como de outros assuntos/disciplinas), que experimente as diferentes técnicas e que veja quais as que são mais adequadas a si própria, o que implica sempre fazer uma avaliação da aprendizagem realizada em cada sessão de estudo.

Seguem-se algumas sugestões de técnicas de estudo de vocabulário de uma língua estrangeira.

1. Utilizar canções. Muitos manuais escolares têm canções. No entanto, a criança e/ou o professor pode(m) criar rimas simples e adaptá-las a melodias conhecidas.

2. Acompanhar o estudo com movimentos corporais e/ou dramatização. Ex.:

- Para estudar as partes do corpo, movimentar cada uma delas enquanto se pronuncia o respetivo nome na língua estrangeira;

- Dramatizar ações correspondentes a verbos, à medida que se pronuncia cada um deles.

3. Fazer um dicionário ilustrado com desenhos ou com recortes de revistas ou de catálogos de estabelecimentos comerciais(ex.: vestuário, alimentação).

4. Fazer um desenho e a respetiva legenda.

5. Produzir textos, de preferência com humor, aplicando as palavras novas.

6. Pensar na língua estrangeira, em situações oportunas para o que se pretende aprender (ex.: rever mentalmente o nome dos objetos escolares ao preparar a pasta para o dia seguinte).

Para terminar, gostaria de reforçar algumas ideias. Em primeiro lugar, é importante ter sempre presente que, para se aprender uma língua estrangeira, é necessário estudar regularmente. Se assim não for, na(s) aula(s) seguinte(s) o aluno vai ter dificuldade em compreender a matéria e em acompanhar o ritmo da aula por não ter conhecimentos fundamentais dados nos dias anteriores.

Em segundo lugar, é importante que o estudante avalie o que aprendeu em cada sessão de estudo. Só dessa forma poderá verificar se precisa de rever alguns aspetos não muito bem sabidos, se tem dúvidas noutros aspetos e decidir como as vai esclarecer (consultando o manual, perguntando a um amigo ou familiar ou ainda ao professor) e, ainda, conhecer-se melhor e identificar as técnicas de estudo mais adequadas a si próprio.



segunda-feira, 30 de abril de 2012

MENSAGEM: DIA DO PROFESSOR CRISTÃO


MENSAGEM: DIA DO PROFESSOR CRISTÃO
Ainda que eu conte todas as histórias da Bíblia e cante todos os cânticos, mas se não tiver amor aos meus alunos, serei como o dicionário mudo ou como a enciclopédia que não sente.
Ainda que eu esteja todos os Sábados pontualmente na Igreja; preparando todas as lições e realizando grandes eventos para as crianças, mas se não tiver amor aos meus alunos, nada serei no meu ministério, diante de Deus
Ainda que eu pratique a beneficência, distribuindo caridade entre os pobres, e ainda que me deixe desgastar nos estudos e no trabalho do departamento de minha Igreja, mas se não tiver amor aos meus alunos, nada disso me aproveitará, no meu esforço de ensinar.
O professor cristão é paciente, bondoso, não é invejoso, não trata os outros com leviandade, nem se ensoberbece. Quando existe amor, o professor cristão não busca os próprios interesses, não se porta com indecência, não se irrita com facilidade, não suspeita mal do seu colega, não permanece indiferente ao trabalho, mas age em favor do próximo, na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, tudo em nome da verdade e do amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus, o grande Mestre
É este amor divino que nos inspira e nos dá forças para tudo sofrer, tudo crer, tudo esperar, tudo suportar, em nossa missão. Se existe amor, o professor cristão será sempre um grande mestre, inovador, participativo, criativo… terá a visão de que sem Cristo o mundo jamais conhecerá a verdadeira paz. Quando eu era criança, entendia que o dia do professor era feito de presentes, rosas, doces, cartões e festas. Quando, porém tornei-me professor, esqueci essas ideias sumamente materiais. Passei então a compreender o verdadeiro valor de ser professor. /
Priscila/ http://www.blogger.com/profile/
... Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. (Paulo Freire)
Frases de Augusto Cury sobre Professores
"Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."
"Educar é viajar no mundo do outro, sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para transformar no que somos."
"A vida é uma grande universidade, mas pouco ensina a quem não sabe ser um aluno..."
"Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem a serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender."
"Ensine seus filhos a fazer do palco da sua mente um teatro de alegria, e não um palco de terror."
"Ser impaciente é desistir de educar."
"Quanto pior for a qualidade da educação, mais relevante será o papel da psiquiatria no terceiro milénio..."