quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O poder das palavras

Você vai compreender o poder das palavras

"Se me disseres que me amas, acreditarei.
Mas se escreveres que me amas, acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei.
Mas se escreveres sobre ela, eu a sentirei junto contigo.
Se a tristeza vier a te consumir e me contares, eu saberei.
Mas se a descreveres no papel, o seu peso será menor."
E assim são as palavras escritas: possuem algo especial; libertam, acalentam, invocam emoções.
Elas possuem a capacidade de, em poucos minutos, cruzar mares, saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.
Muitas vezes, infelizmente, perde-se o autor, mas a mensagem sobrevive ao tempo, atravessando séculos e gerações.
Elas marcam um momento que será eternamente revivido por todos aqueles que as lerem.
Viva com palavras faladas e escritas.
Sane as saudades, peça perdão, aproxime-se.
Recupere o tempo perdido, alegre alguém, ofereça um simples "bom dia".
Faça um carinho especial.
Use a palavra a todo tempo, porque através da palavra você constrói um castelo e começa a habitá-lo.

Você aprende a conviver...



Você aprende a conviver
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos.
Assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por causa disso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Alunos, nós precisamos fazer uma escolha: desaparecer da face da Terra ou aceitar
os espinhos dos amigos.
Com sabedoria você decide ficar junto para se agasalhar e sobreviver.
Aprendendo a conviver com as feridas, que a relação com outras pessoas podem causar e o mais importante é aceitar o que o outro "pode" oferecer.
Alunos, compreendam e entendam que o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar as suas qualidades.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Ser criança...


Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias.

Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.
Ser criança é acreditar num mundo, cheio de pipocas.
Ser criança é olhar e não ver o perigo.

Ser criança é sorrir e fazer sorrir.
Ser criança é chorar sem saber por que.
Ser criança é pedir com os olhos.

Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar.
Ser criança é isso e muito mais.
É nos ensinar que a vida, apesar de difícil.

Pode tornar-se fácil com um simples sorriso.
É nos ensinar que a criança só quer carinho e afeto.
É nos ensinar que, para sermos felizes.

Basta apenas olharmos para uma criança.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Palavras mágicas...


Evite a arrogância e a prepotência.

O que torna uma pessoa importante não é a posição que ela ocupa na sociedade, nem o dinheiro que ela possui, nem a autoridade que exerce.

O que a torna particularmente bela e importante, querida e respeitada é a sua simplicidade, a sua educação no falar e no agir.

Em resumo, são aqueles que, antes, dizem: "Por favor".
E, depois, não se esquecem de dizer: "Obrigado".

As Aventuras do Rui

Turma 7º F Participantes:
Nº2 – Alaide
Nº9 – Cliff
Nº12 – Eder
Nº13 – Edmilson
Nº15 – Emerson
Nº16 – Fredeson
Nº21 – Jeremias
Nº24 – Lucília
Nº 31 – Paula

AS AVENTURAS DO RUI E DOS SEUS AMIGOS

Era uma vez um menino chamado Rui que tinha vários amigos, o Eder, a Lucília, o Jeremias e o Edmilson que viviam na ilha de Santiago.
Um dia os quatros amigos do Rui foram cavar na praia de mar para saber qual deles cavaria mais rápido e mais fundo. O Eder recusou-se a participar e os outros amigos iniciaram o jogo sem a sua participação. A Lucília terminou em primeiro lugar, o Jeremias em segundo e por último o Edmilson. Porém, na cova do Edmilson tinha algo mais importante e quando saiu da sua cova, a Lucília e o Jeremias ficaram a rir-se dele, foi então que eles viram um papel na mão do Edmilson e perguntaram-lhe:
- O que é isso?
- É um mapa! Respondeu o Edmilson muito motivado.
- Mapa? Mas que tipo de mapa? Perguntou a Lucília com uma grande ansiedade.
- É um mapa que nos levará a um tesouro! Respondeu com muito mais convicção o Edmilson. O Eder ao ouvir a palavra “tesouro” foi logo a correr para os amigos e disse:
- Vocês encontraram um tesouro?!
- Não! Encontramos só um mapa de tesouro. Disse o Edmilson
- Esse mapa vai levar-nos ao tesouro! Certo? Disse e perguntou o Eder.
-Sim! Responderam os outros.
- Vamos mostrar o mapa à mãe do Rui para ver se é verdade! Ordenou a Lucília. Depois da ordem, eles foram para a casa do Rui mostrar para a sua mãe.
- O que é isto meninos? Perguntou a mãe do Rui.
- É um mapa de tesouro! Responderam rapidamente os meninos.
- Então encontram o tesouro! Disse a mãe sem saber em que perigo estava a meter o seu filho e os amigos dele. Os meninos começaram a analisar o mapa para ver onde se encontrava o tesouro e viram então que o tesouro estava na ilha de Santa Luzia. E o Jeremias disse com uma voz muito triste:
- Mas a nossa mãe não vai nos deixar ir para a Santa Luzia!
- A nossa mãe já nos deixou ir procurar o tesouro! Disse a Lucília.
- Mas ela não sabe que se encontra na ilha de Santa Luzia. Disse o Jeremias.
- Isso é verdade mas vamos arranjar uma ideia para ir a Santa Luzia! Disse a Lucília.
- Eu tenho uma ideia! Disse o Eder todo empolgado. E eles disseram de imediato:
- Fala logo!
- Lembram do pescador que mora ao pé do mar? Perguntou o Eder.
- Sim. Responderam.
- Então vamos ver se ele nos leva até à ilha! Disse o Eder com um sorriso estampado no rosto.
- Muito bem Eder, iremos quando anoitecer e vamos levar o Rui connosco! Disse a Lucília.
- É claro que vamos levar o Rui, ele é o mais velho e também o mais inteligente de todos! Disse a Lucília. Depois de estarem em acordo, foram para a casa do Rui avisá-lo e quando chegaram, encontraram o Rui a dormir e foram acordá-lo. Foi então que a Lucília chegando mais perto do rui, disse com um ar de ansiedade:
- Deixam que eu vou contar-lhe a história! Depois de ter-lhe contado a história, o Rui levantou-se e disse:
- O que vocês estão à esperar para irem arrumar as vossas coisas?! E eles foram arrumar as suas coisas. Quando anoiteceu eles já estavam preparados para irem para a ilha de Santa Luzia. No meio da noite quando a mãe do Rui se levantou para beber um copo de água e viu o filho e os seus amiguinhos todos arrumados para sair, perguntou:
- Aonde vocês pensam que vão a esta hora?!
- Vamos acampar lá na praia de mar! Disse o Rui.
-Mas a esta hora, no meio da noite? Perguntou a mãe.
- Sim, para podermos procurar o tesouro escondido! Disse o Rui.
- Não podem esperar amanhecer?! Perguntou a mãe novamente.
- Não mãe, precisamos ir agora, e chega de perguntas mãe! Disse o Rui muito decidido.
- Então vão! Resmungou a mãe!
Depois das perguntas da mãe do Rui, os meninos foram à praia de mar procurar o pescador e depois deles chegaram e de o terem convencido, todos estavam a bordo num bote com destino à ilha do tesouro. Quando chegaram a Santa Luzia, o pescador ficou no bote à espera dos miúdos que iam apanhar uma coisa e voltar logo. Os meninos começaram a andar na ilha, e foram parar num lugar cheio de árvores de frutas e aproveitaram o lugar para poder comer e descansar um pouco. Depois do intervalo continuaram a procurar o tesouro com o Jeremias um pouco cansado, e o Rui aproveitou para dizer:
- Faltam uns 5 quilómetros para chegarmos a caverna!
- Eu não vou entrar nesta caverna! Disse o Edmilson com uma cara muito assustada. E então disse o Rui:
- Todos vão entrar nesta caverna!
Começaram a andar de novo e depois de chegarem à caverna, todos ficaram a dizer que estavam ricos, mas os meninos não sabiam o que estava para vir. Dentro da caverna acenderam uma lanterna e começaram a procurar e encontraram um buraco no chão tapado com madeira, e quando encontraram o buraco, este encontrava-se cheio de tesouro. Mas o Emerson e o Fredeson que eram os donos do tesouro já estavam a caminho da caverna. Longe da ilha a mãe do Rui começou a ficar preocupada com os miúdos. Depois dos donos estarem na caverna encontraram os miúdos com o tesouro e começou uma confusão entre os dois grupos, para acalmar a situação o Rui disse:
- Nos já estávamos de saída, vamos para a casa, desculpem o incomodo é que viemos parar aqui por acaso!
- Quem disse que vocês vão para casa! Vocês vão ficar presos aqui e vão tornar-se num monte de esqueletos. Disse o Fredeson.
Os meninos foram amarrados num tronco de árvore. Quando amanheceu o Emerson e o Fredeson ligaram para os seus dois camaradas, o Abener e o Cliff para que viessem para a ilha de Santa Luzia e eles já estavam a caminho, quando chegaram puseram-se às ordens dos colegas.
- Quero que vocês vigiem esses pirralhos! Disse o Emerson.
- Deixa connosco! Responderam os dois recém chegados.
O Cliff viu os miúdos e ficou com pena deles e pensou em ajudá-los. Quando anoiteceu estavam todos a dormir menos o Cliff pois pretendia salvar os meninos; levantou-se e foi acordar os meninos para poderem fugir, depois de acordados e desamarrados os meninos, ao agradecerem o Cliff começaram a correr mas por azar o Fredeson viu-os a correr e o Cliff a ajudá-los. O Fredeson levantou-se e tirou a pistola e disse ao Cliff para preparar para poder levar um tiro e de seguida o Cliff levou um tiro na barriga, o Emerson e o Abener juntaram-se ao Fredeson ao ouvirem o tiro, agradecendo-lhe por ter morto o Cliff que os tinha traído e foram a correr atrás dos pirralhos. Como o Emerson, o Abener e o Fredeson conheciam a ilha melhor do que os meninos, apareceram à frente dos meninos e pegaram-nos, mas o Rui consseguio escapar, e o Fredeson correu atrás do Rui e com a pistola atirou para cima para assustar o Rui, e ele atirou-se ao chão e foi agarrado e espancado pelo Emerson e pelo Fredeson. Quando acabaram de bater no Rui levaram os meninos de volta para o tronco. Mas o Cliff não se encontrava mais no chão, e o Emerson disse muito aflito:
- Onde será que o Cliff foi parar?
- Só se ele foi para o céu! Respondeu o Fredeson todo sorridente.
- Deixe de patetice! Disse o Emerson. Quando o Cliff se levantou do chão amarrou a sua ferida e escondeu-se esperando a chegada dos bandidos. Quando anoiteceu, os três bandidos dormiram menos os meninos; o Cliff apareceu e libertou os meninos sem fazer barulho para não acordar os outros; os bandidos foram desarmados e acordados pelo Cliff. Os meninos apanharam os tesouros e levaram-nos para o bote e o Cliff levou os bandidos para o bote também. Os bandidos foram directamente para a prisão; meninos deram ao pescador e ao Cliff um pouco de ouro porque eles os tinham ajudado nesta missão tão perigosa. Quando os meninos bateram na porta da mãe do Rui ela disse muito aflita:
- Por onde vocês andaram!
- Encontramos o tesouro! Disse o Rui, e ela não acreditou no início, mas quando os viu ficou toda alegre e a saltitar de alegria, enquanto dividia os tesouros em cinco partes iguais. Oito meses depois o Fredeson e o Emerson fugiram da cadeia menos o Abener que não conseguiu fugir e eles disseram com muita raiva:
- Iremos pegar os pirralhos e o nosso tesouro.

FIM

Liberdade para...


Liberdade de agir e de pensar

Alunos, temos a liberdade de agir e de pensar, mas não podemos esquecer que a nossa liberdade termina onde começa o direito do nosso próximo.

Vocês que têm um sonho para ser realizado... Estudem.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O que é sabedoria?



Você sabe o que é sabedoria?

Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Para as nossas mães...

Mãe Querida
Aqui estou para te dar meu carinho.
Sentir teu perfume embalando meus sonhos.
Teus abraços de amor a me proteger.
Teu sorriso, tuas mãos, tua pele, teus olhos.
Tudo que me faz crescer.
Agradeço a vida.
Consentida, refletida.
No espelho da alma.
Amiga e companheira.
Agradeço principalmente o amor.
Por me ensinar a amar verdadeiramente.
Primeiro a Deus, depois ao próximo como a mim mesmo.
E obrigado pela Mãe das Mães ( Maria ), que com certeza passa na nossa frente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Para refletir...



ACREDITE

Você precisa ter sonhos, para que possa se levantar todas as vezes que cair.

Acreditar, que a toda hora, acontecerá coisas boas e mudará o rumo da sua vida.

Você tem que regar os teus sonhos todos os dias, assim como se rega uma planta, para que cresça...

Mas você começa a dizer a si mesmo:

- Eu vou conseguir!

- Eu vou superar!

Caça ao erro



Por Armanda Zenhas 

Se um filho ou um aluno escreve com muitos erros, se ele cresce e o problema persiste, como se sentem os pais? E os professores? A preocupação pelos erros será sempre justificada? O que origina o erro? Como se pode ajudar uma criança ou um jovem a escrever sem erros?
Frequentemente ouvimos atribuir os erros ortográficos a reduzidos ou inexistentes hábitos de leitura. Contudo, eles podem ter outras causas e há que fazer uma análise cuidada do tipo de erros dados e das situações em que ocorrem. Quando é que a criança erra? Quando copia? Quando escreve o que ouve? Na escrita livre? Que tipo de erros dá? Falta de acentos? Omissão de letras ou sílabas? Repetição de letras? Inversão da ordem das letras ou das sílabas? Confusão de palavras homófonas?
Se os erros se situam apenas na escrita livre, é bem provável que a criança pronuncie palavras de forma deficiente e as escreva tal como as diz. Pode haver erros relacionados com pronúncias regionais, pela mesma razão. Poderão aparecer trocas de letras e omissão de vogais ou de sílabas.
Se os erros se dão só quando a criança copia, poderá ter dificuldade em se concentrar na tarefa ou em discriminar visualmente semelhanças/diferenças entre letras. Pode saltar letras, sílabas, palavras ou linhas. Pode não colocar acentos.
Se os erros ocorrem em textos ditados, será que a criança tem dificuldade em reter estímulos sonoros? Será que consegue discriminar bem os sons? Antes de procurar uma dessas causas, há que equacionar a possibilidade de ela ter problemas de audição.
Há muitos jogos e atividades que podem ser usados pelos pais para ajudarem os filhos a ultrapassar as suas dificuldades, reforçando o trabalho feito na escola.
Para desenvolver a competência de discriminar visualmente semelhanças e diferenças, há jogos muitos úteis: descobrir diferenças; encontrar absurdos em desenhos; sopa de letras; etc.
Se se trata de dificuldade em discriminar sons, podem ser feitos jogos de reprodução de sons ou sequências de sons, de identificação de sons (palavras, instrumentos ou vozes numa canção, sons do meio ambiente) ou de distinção de sons semelhantes em pares de palavras.
A língua portuguesa reveste-se de dificuldades ortográficas e de regras que precisam de ser conhecidas e praticadas (diferentes valores para a mesma letra, por exemplo). Há algumas estratégias a que se pode recorrer, tais como a formação de famílias de palavras, a utilização de palavras em frases e contextos diferentes, a elaboração de fichas relacionando palavras com desenhos ou com histórias.
As crianças, especialmente as mais pequenas, poderão memorizar melhor se envolverem outros sentidos para além da visão. Podem escrever as palavras, com o dedo, em superfícies diferentes (areia, plasticina lisa), envolvendo também o tato.
O diálogo entre os pais e os professores é importante para se fazer uma análise correta da situação e para se definirem estratégias de colaboração. Se a situação for grave, poderá ser pedido auxílio ao professor de apoios educativos. Afinal, a união faz a força.