quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mornas eram as noites: Álcool na noite


Ministério de Educação e Desportos
Escola Secundária Abílio Duarte (ESAD)
 Trabalho individual feito por Keven Rosa turma 10º D
Professor: Ricardino Rocha                                                                                                         

Introdução 
Este trabalho foi recomendada pelo professor de português Ricardino Rocha cujo objectivo é a aplicação das categorias narrativas num estudo aprofundado em um do texto do livro ‘‘Mornas eram as noites ´´ da autora Dina Salústio. 
OBS:
PG significa parágrafo
Pg significa página

O testo tem esse título porque fala de duas mulheres que estavam beba das e sagraram o ambiente quieto da noite.

Classificação do narrador quanto a presença.

E participante porque narra a história na primeira pessoa
EX: ´´E vou pensando, enquanto desço as escadas ´´

Quanto ao papel na acção

É homodiegético porque participa na acção como personagem secundária (discurso na primeira pessoa).
EX: 4ªPG, 5º linha, pg 48
``E vou pensando, enquanto desço as escadas ´´.

Quanto a visão  

Ele é focalização externa porque ele conhecesse apenas o que é observável exteriormente.
EX : 8º 1ºPG
``Eram de uma mulher, reconheci com mais cuidado ´´
Quanto a ciência
É omnisciente
Personagens
Principal
As duas mulheres
Secundaria
A filha e o narrador
 Figurantes
Os guardas dos prédios em construção.
Caracterização directa
É heterocaracterização porque os traços dos distintivos das personagens são apresentados pelo narrador ou pró outras personagens  
Ex: da 6ºlinha há 11º no 1º PG, pg 47
 ´´ Os guardas dos prédios em construção ouviam rádio baixinho e a sua conversa não mexia com o ambiente instalada ´´.
Acção
Principal
O aparecimento das duas mulheres.
Secundária 
A segunda fez coro com obscenidades…….
EX: 9ºlinha 1º paragrafa PG47

Sequência narrativa das acções
Encadeamento as sequencias narrativas seguem uma ordem cronológica linear em que o final de um è ponto e o inicio do de partida do seguinte.

 Espaços
Físico
No terraço da casa
EX: 1ºlinha PG 47
Social
Do cemitério
EX: 4ºlinha PG47
Psicológico
Alivio
EX: PG1º48 1ºlinha 1ºpg

Tempos
Cronológico
Na noite.
Psicológico:
A noite não tinha mais mágica.

Frequência temporal:
Discurso singular o narrador conta uma vez o que aconteceu uma só vez.
Ordem temporal:
Ordem linear

Modos de expressão literária
Descrição porque consiste na apresentação das personagens objecto, espaço ambiente…
EX: 1º há 10ºlinha, 1ºPG, 1ºpg.
Comentário
Gostei deste testo porque fala da realidade vivida por muitos hoje
A realidade e que muitos hoje passam o tempo inteiro a beber bebidas alcoólicas e depois vão danificar as suas vidas
Figuras de estilos  
Comparação
1ºPG,6ºlinha pg47 ``tudo normal se …´´´
Hipérbole
12ºlinha PG 47 pg1º
 ´´ Talvez o eco da topada ``
Enumeração
Último parágrafo....

                     Resumo:
Estava uma noite calma e serrenha nada a incomodava aparece duas mulheres bêbadas tentando equilibrasse uma na outra, tão bêbadas que ate um elefante teria medo de as ver.
    Viam a cantar e a estragar o ambiente quieto da noite, incomodando o ambiente da noite, ouvisse uma voz
Onde estas mãe.
Era a filha de uma das bêbadas ele ficou irritada e a insultou com palavrões e pensei o que ela espera da sua vida.

   Níveis de língua
Corrente porque todo mundo entende o que ele lê nesse testo e o que ele quer nos dizer.
Ex: talvez o eco da topada 

Conclusão
Após a realização deste trabalho conclui que num estudo aprofundado de um testo ficámos a entender melhor o que ele quer nos transmitir

Bibliografia
Para a realização deste trabalho consultei a ficha e o livro ``Morna eram as noites"

Mornas eram as noites: OU QUANDO SANTO ANTÃO E APENAS SILÊNCIO


República de Cabo Verde
Ministério de Educação e Ensino Superior
  
Trabalho de Grupo de Português 

Tema:
conto: “OU QUANDO SANTO ANTÃO E APENAS SILÊNCIO”
  


Data: 07/05/11
Professor: RICARDINO ROCHA                                                                                                        Elaborado por:EUCLIDES MOREIRA SANCHES
                          
O presente trabalho enquadra-se no âmbito da disciplina de Português solicitado pelo Professor RICARDINO ROCHA e tem como objectivo de descrever tudo o que envolve o conto “Mornas eram as noites” do tema “O QUANDO SANTO ANTAO E APENAS SILENCIO”: modos de expressão literária, níveis de língua, figuras de estilo, categorias da narrativa (narrador, personagens, tempo, acção e espaço). 
                                                                                                   

Dados biobibliográficos da Dina Salústio (vida e obra)


Dina Salústio (Bernardina de Oliveira Salústio) nasceu em Santo Antão, Cabo Verde. Professora, Assistente Social e Jornalista, trabalhou em Portugal, Angola e em Cabo Verde. Tem colaboração em prosa e poesia na imprensa Cabo-verdiana e no estrangeiro. Em 1994 foi-lhe atribuído o primeiro prémio de literatura infantil em Cabo Verde e no mesmo ano publicou.
Mornas eram as noites, uma colectânea de trinta e cinco contos.
Membro da Associação dos Escritores Cabo-Verdianos, participou na Antologia de Poesia Cabo-verdiana Mirabilis de Veias ao Sol e na colectânea Cabo Verde: Insularidade e Literatura, tanto na versão portuguesa como na Francesa. Em 1999 ganhou o 3.º prémio de literatura infantil, dos PALOP.
A estrelinha Tlim Tlim, livro infantil e A Louca de Serrano, seu primeiro romance foram editadas em 1998. 

Categorias da Narrativa:


  • Quanto à presença o narrador é participante   porque participa  e narra a historia na 1pessoa.
Ex: pag”22” 2ª paragrafo” era um dado novo para mimoseai-me


Ø  Personagens: narradora, conhecido, parente, amigo e alguém
Ø  PERSONAGEM PRICIPAL: alguém
Ø  PERSONAGEM SECUNDARIO: narradora
Ø  Figurantes: conhecidos, parente e amigo

Ø  Quanto o papel na acção o narrador e homodiegético porque participa como personagem secundário.

·        Quanto à visão e externa , porque não sabe tanto como a personagem.
·        Ex pag 22 3ªparragrafo”depois aprendi que escuridão e silencio e, pode ser, uma
·        Quanto a sequência narrativa: temos um encaixe porque integra uma outra história numa outra história.
·        Ex: pag “21” 9ªparragrafo”lembrei-me de alguém que há pouco tempo ali encontrei numa ribeira entre um canavial e o mar. Foi há tanto tempo…”
·        Quanto a delimitação e aberta porque não sabemos o destino final das personagens.
·        Quanto ao espaço:
·        FISICO-
·        SOCIAL- um grupo de amigos
·        TEMPO- Cronológico “horas decorridas e é madrugada 

Ø  Espaço

·                                                                                 Físico: macro espaço - santo Antão
                         Micro espaço sala de espera


Modos de expressão literária

 Narração – Porque o narrador faz avançar os fios da história, flui os acontecimentos que sucedem. E o contar da historia.
Ex: “ Sem como nem porque santo Antão tornou-se o tema preguiçoso da conversa de espera. “


  • Descrição – porque destina-se a desenhar as personagens ou lugares ou a descreve-los.
Ex:”a ilha era apenas ela, no sentido inicial da concepção: intocada e intocável “

  • DIÁLOGO- não existe diálogo nesse texto.

FIGURAS DE ESTILOS:

·         Hipérbole -ex. Pag 21:”as palavras cruzavam-se no ar num exercício anti-dialogo. E chocavam-se ao baterem em mim.
·         Gradação – ex pag 21 “os gestos pensativos e saudosos de quem já participou da força guardada daquela terra e a inscreveu nas suas opções.”
  • Pleonasmo pag 21”ninguém falava de ninguém fosse conhecido, parente, amigo ou mito, como se nada tivesse importância no espaço imaginado.
COMENTÁRIO: 
“OU QUANDO SANTO ANTAO E APENAS SILENCIO” 
Gostei desse trabalho ajudou -me a conhecer melhor a ilha e um texto interessante no qual vi factos de alguma vivencia na ilha no qual me interessei perante o meu estudo do texto e espero conhecer a ilha do qual o texto fala nesse caso S. Antão para poder contemplar da sua beleza.


Conclusão
Ao longo da realização deste trabalho concluímos que fazer este trabalho é preciso ler e reler o texto para poder entender o recado ou a mensagem que a autora tenta nos deixar através da leitura desta sua obra e bom levar em consideração o esforço que tive para realizar este trabalho mas acho que teve algum objectivo e para eu alcançar o qual espero ter alcançado.

Mornas eram as noites: Para quando crianças de Junho a Junho?


Ministério da Educação e Desportos
Escola Secundária Abílio Duarte
Trabalho de Português
Professor: Ricardino Rocha

  
TEMA:
Para quando crianças de Junho a Junho?
   Participante: Esmael Ramos Pereira Borges
                                                      Introdução
Na disciplina de Português foi me solicitado um trabalho que consiste na aplicação da categoria da narrativa. O meu objectivo é apresentar de uma forma clara como as categorias das narrativas que estão no texto e não só, ou seja, outras também.
No desenvolvimento irei apresentar:
·         O narrador quanto à presença, quanto à ciência, quanto ao papel na acção, etc…;
·         As personagens;
·         A acção;
·         O espaço, etc.
Espero conseguir alcançar os meus objectivos, e também espero a compreensão e colaboração das colegas e do professor.


Dados bibliográficos de Dina Salústio (Vida e Obra)
Dina Salústio (Bernardina de Oliveira Salústio) nasceu em Santo Antão, Cabo Verde. Professora, Assistente Social e Jornalista, trabalhou em Portugal, Angola, e em Cabo Verde. Tem colaboração em prosa e poesia na imprensa cabo-verdiana e no estrangeiro. Em 1994 foi-lhe atribuído o primeiro premio de literatura infantil em Cabo Verde e no mesmo ano publicou.
“ Mornas eram as noites”, uma colectânea de 35 contos.
Membro da Associação dos Escritores Cabo-verdianos, participou na Antologia da Poesia Cabo-verdiana “ Mirabilis de Veias ao Sol” e na colectânea de Cabo Verde: “Insularidade e Literatura”, tanto na versão portuguesa como na francesa. Em 1999 ganhou o 3º prémio de literatura infantil, dos PALOP.
“A estrelinha Tlim Tlim”, livro infantil e a “Louca de Serrano”, seu primeiro romance foi editado em 1998.




Categorias da Narrativa
Ø  Narrador
Narrador quanto à presença
O narrador é participante, porque narra a história na primeira pessoa do singular com verbo, vocabulário e determinante na primeira pessoa.
Exemplos:
·         “ …se fosse meu pai, eu não teria pena…se ele morresse, problema dele…se eu gosto do meu pai? Se você vir, perguntar-lhe se ele gosta de mim, eu… se…se me conhece”.
·         “ Não sei quanto tempo tinha decorrido”.
·         “ O meu pensamento vagueia em ondas interrogativas”.

Narrador quanto ao papel na acção
O narrador é homodiegético, porque participa na história como personagem secundária. 
Quanto à visão
O narrador tem uma visão externa, apenas relata o que vê.
Exemplo:
·         “ Nas últimas palavras um soluço abandonado. Silêncio do grupo. Pedras caem das mãos. Bandos se desfazem”.
Quanto à ciência
O narrador não é omnisciente, pois não tem uma visão aprofundada das personagens.

Personagem
Principal – miúdo chefe
Secundário – narrador
Caracterização indirecta
Ø  “ Um carro passa”.
Ø  “ Uma pedrada no estômago e ela agacha-se tentando proteger a cabeça desgrentiada e velha. E quando o miúdo chefe se mexe o caminho para a casa, arrastando os pés”.

Espaço físico
Ø  Micro – espaço
§  “ Últimas brincadeiras antes do regresso à casa.
§  “ Na rua estreia da escola e no adro da igreja, um esvoaçar alegre de batas azuis”.

Ø  Macro – espaço
§  “ Retomo o caminho interrompido”.
§  “ Na rua estreita da … “
§  “ De repente uma rua larga, …”
Modos de expressão literária
Descrição – o narrador descreve os lugares e as coisas.
Exemplo:
·         “ De repente, uma rua larga, agora estreita pela violência que transforma e agride os caminhantes/pedrestes”.
Figuras de estilo
Ø  Hipérbole
§   “ Em mim, era noite”.
§  “ Uma folha dança com a brisa”.

Ø  Metáfora
§  “ Ainda era dia no ar os restos do sol que escoara no tempo”.

Níveis de língua
Ø  Níveis de língua popular
                Exemplos:
·         “Mais pedradas”.
·         “Mais gritos”.
·         “Mais lamentos”.



Resumo do texto “ Para quando crianças de Junho a Junho”
Ainda era Junho e ainda ouvia canções de crianças de Junho. Na rua estreita de escola e no adro da igreja, um esvoaçar alegre de batas azuis. De repente, uma rua larga, agora estreitada pela violência que transborda e agride os caminhantes. Nas mãos, pedras. Nos gestos, ódio. Olhares frios. Um homem no meio, indefeso, confuso, louco, impotente, cada vez mais agitado pelos uivos dos estudantes. Raiva nos adultos que humilhados fogem as pedras. Excitação nos algozes que procuram derrubar a vítima. Uma pedrada no estômago e ela agacha-se, se tentando proteger a cabeça com gestos gratuitos e desordenados. Um carro passa. Livros e caderno abandonados. Sem a vítima, a brincadeira acabou e nos olhos do chefe do bando, uma indiferença cruel. Que mágoa. Nas últimas palavras, um soluço abandonado que é o silêncio no grupo, pedras caem das mãos e o bando se desfaz. O miúdo chefe arrastando os pés caminha para a casa.

Conclusão
Chegando ao fim deste trabalho que não foi muito cansativo, pois eu apenas apresentei o que eu sei e não é muito.
Mas com esse pouco, concluí que este texto é aberto, pois ele deixa espaço para concluir um outro fim que também tem poucas personagens e é fácil de ser lido, ou seja, os vocábulos não são complicados.
Embora o título fale do mês de Junho, onde as crianças andam alegres, as personagens do texto não estavam alegres.

Mornas eram as noites: Uma viagem de saudades


ESCOLA SECUNDÁRIA ABÍLIO DUARTE

Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSOR:RICARDINO ROCHA.                        

TEMA: Análise do conto (Uma viagem de saudades) da obra “MORNAS ERAM AS NOITES”de Dina Salústio. 

TURMA: D  Ano letivo:2010/2011                                                                                                                                            Elaborado por:Cleusa Correia

  INTRODUÇÃO
Este trabalho foi dado pelo nosso professor de língua portuguesa com o objectivo de ter mais informações sobre a matéria a que pretendemos estudar e assim enquanto fazemos iremos informar.
Dentro deste tema irei falar sobre:
-Categorias da narrativa;
-Personagens;
-Acções;
-Espaço;
-Tempo;

Narrador: o narrador é participante porque a história está sendo narrada na 1ªpessoa do singular ou seja é ele mesmo é quem está a narrar a sua própria história. Exemplos: página15; 1ºparagrafo; 1ªlinha.”Há amigos a quem tenho prazer em oferecer um copo.”
Página16; (11º) ultimo paragrafo; 1ªlinha.”Nunca mais a vi.”
Quanto ao papel na acção: o narrador é autodiegético porque participa na história como personagem principal ou seja a narração é de primeira pessoa nomeadamente de carácter autobiográfico.
Quanto a ciência: ele é omnisciente porque o narrador mostra conhecer toda a história. 
Quanto a visão: é externa, porque ele está apenas a relatar o que ele vê. Exemplo: página16; 1ºparagrafo; 1ªlinha.
Personagens: narrador, e a mulher porque são seres imaginários criadas pelo autor que se caracterizam pelo seu papel na acção, o qual determina o seu retrato.
Principal: o narrador.
Figurantes: a mulher, o noivo, o pai, a filha e o neto.
Caracterização: enquanto a caracterização é heterocaracterização porque a caracterização é que faculta o narrador ou seja é directa.
Acções: conjunto de acontecimentos que se desenrola num determinado espaço e num tempo mais ou menos extenso.
Principal: a acção principal dessa história é o regresso da mulher para se casar com o seu noivo.
Quanto a sequência narrativa: é o encadeamento porque a história não tem nenhuma intervenção ou seja é linear.
Delimitação: é aberta porque não sabemos o destino final das personagens.
Espaço: é psicológico porque o texto retrata de uma vivência mais íntima, os seus pensamentos e sentimentos.
Tempo: analepse porque o narrador está a voltar ao tempo e a contar a história de uma menina e está a voltar ao tempo.
Modo de expressão literária: é a discrição porque está ao tempo todo a descrever a menina. Exemplo: página15; 2ºparagrafo; 1ªlinha.
Figuras de estilo: - Hiperbole.Exemplo: página 15;2º paragrafo; 4ªlinha.
                                           -Enumeração. Exemplo: página15; 4º paragrafo; 2ªlinha.                 
                                           -Epizeuxe. Exemplo: página 16;2º paragrafo; 2ªlinha.
                                           -Antanáclase. Exemplo: página 16;5º paragrafo; 1ªlinha.
Níveis de língua: o tipo de nível de língua a que esta presente no texto é nível de língua popular porque é entendido por todos.
                                                                                                                                 
                                                                               
Vida e obra de Dina Salústio.
Dina Salústio cabo-verdiana, nasceu em 1941, em santo Antão.
Foi professora, assistente social e jornalista, tendo trabalhado em cabo verde assim como em Portugal e em Angola.
Foi produtora de rádio, dirigindo um programa radiofónico dedicado a assuntos educativos.gentes, ideias, cultura.
Trabalhou no ministério dos negócios estrangeiros e desempenha, actualmente (2005) o cargo de conselheira do ministério de cultura, em cabo verde. É membro e foi uma das fundadoras da Associação dos escritores cabo-verdianos igualmente sócia fundadoras das revistas: Mudjer e Ponto & virgula, colaborando noutros periódicos: fragmentos, A tribuna, voz di povo, montanha, pré textos, revue noir, a semana onde se encontra parte de seus textos. Te colaboração (em prosa e poesia) na imprensa cabo-verdiana e no estrangeiro.
Em 1994 foi-lhe atribuído o prémio de literatura infantil de cabo verde – no mesmo ano em que publicava colectânea de contos, mornas eram as noites em 1999 ganhou o 3º prémio de literatura infantil de cabo verde, dos PALOP.Estreou-se no romance com a LOUCA DE SERRA NO (1998), sendo este considerado o primeiro romance na literatura cabo verdiana.


Conclusão
Com este trabalho fiquei muito mais informada e espero transmitir a minha informação para o professor e também para a turma no âmbito de fazer e transmitir um bom trabalho.

                    Resumo do conto:uma viagem de saudades
Alguns anos atrás havia uma mulher linda. Usava uma fita que lhe prendia o cabelo pintado num rabo-de-cavalo, que ficaria bem em alguém mais jovem e o vestido parecia-lhe um tanto deslocado no seu corpo.
Aos dezassete anos ela saíra deixando uma promessa ao noivo de emigrarem juntos para América logo que voltasse da viagem que duraria três meses.
Quando regressou para casar com o namorado já tinha decorrido trinta anos e três dias.
Ela casara em França, foi feliz, foi infeliz, viveu e morreu como todos nós nesses anos todos.
Podia ter lhe dito para voltar para França mas fiquei calado e nem desejei-lhe sorte quando se levantou o caixote para embarcar na furna a caminho da sua ilha e do seu homem. Nunca mais avi. Nem gostaria de a ter visto. Para quê saber de anseios sem resposta.     

Mornas eram as noites: O Conhecimento em debate


Trabalho Individual da aluna: Ilisângela Martins Moreira
Nº 8 Turma 10ºE - Ano letivo 2010/2011
Professor: Ricardino Rocha
 O Conhecimento em debate
v      Categorias da Narrativa
o   Narrador quanto a presença
O narrador é participante porque participa e narra a história em 1º pessoa do singular.
EX: Preciso de conhecer alguém para o poder amar. (pag.39/ 1ª linha)
o   Quanto ao papel na acção
O narrador é homodiegetico porque participa na história como personagem secundária.
o   Quanto a ciência
O narrador é omnisciente, pois sabe tudo o que passa no interior das personagens.
o   Quanto a visão
Focalizaçao interna. O narrador sabe tanto quanto a personagem.
EX: Encostadas, nos carros parados lado a lado.
o   Personagem
O narrador, as mulheres e os amigos.
Principal – as mulheres
Secundaria – o narrador
Figurantes – amigos
o   Caracterização Directa
EX: A mulher que gostava de atirar pedras para as ondas etc.
Caracterização Indirecta
EX: Pelo menos esse é um conhecimento que não violento.
o   Acções
É o desenrolar da história
o   Principal
EX: Preciso conhecer alguém para o poder amar.
o   Secundaria
EX: a mulher que gostava de atirar pedras as ondas…
o   Sequência narrativa das acções
Encadeamento vai do começo ao fim da história
o   Delimitação
Aberta – não sabemos se a mulher insistiu da necessidade do não conhecimento.
o   Espaço
Físico:
Micro espaço – carro
Macro espaço – mar
o   Social – uma mulher pegou numa pedra e atirou-a para o mar.



o   Psicológico
Reformavam pensamentos na intimidade de mulheres no ligeiro sopro que vinha de outras bandas na margem marinha recompensando-as do calor desagadavel que fizera o dia todo.
EX: Preciso de conhecer alguém para o poder amar.

o   Tempo / Cronológico
EX: Agora meia-noite, o dia todo etc.
o   Analepse – recuo das histórias.
EX: Não houve.
o   Prolepse – avanço da história
EX: O jantar tinha sido extremamente…
o   Narração
É o contar da história.
EX: Preciso de conhecer…, o jantar tinha sido…
o   Diálogo - conversa entre duas pessoas.
EX: Discordo. Pode-se viver o amor objectivando o conhecimento.
Mentira. O conhecimento destrói a fantasia etc.
o   Descrição
É a apresentação dos elementos de caracterização.
EX: A mulher que gosta de atirar pedras para as ondas.
o   Monólogo
EX: Quando o mar rodar fala sozinho.
Preciso de conhecer alguém…etc.
o   Figuras de estilo.
Hipérbole – o conhecimento mostra a realidade, as tripas fora, a pequenez. A lua batia-lhe no rosto e não mostrou decepção.
Comparação – O tempo todo fingimos o que não somos, o que não podemos ser, o que desejaríamos ser…etc.
Enumeração – Quando nos conhecemos uns aos outros, sentimos nojo porque o tempo todo fingimos o que não somos, o que não podemos ser, o que desejaríamos ser.
Interrogação
EX: Necessário o esquecimento?
Repetições de palavras
EX: …ninguém violenta ninguém.
o   Níveis de língua
Nível de língua familiar
EX: Um amigo disse-me que o conhecimento…etc.

  
Resumo
O texto tem como tema “O Conhecimento”.
Como é bom poder conhecer uma pessoa. A mulher não queria conhecer alguém porque o conhecimento destrói a fantasia, para ela  o melhor é não conhecer porque com o tempo descobrimos que a pessoa não é aquilo que desejávamos ou tínhamos imaginado. Por isso o conhecimento não esclarece as nossas duvidas sobre o carácter de uma pessoa. 

       
Comentário
Achei o conto muito interessante, mostrou-me como é importante o conhecimento, a oportunidade de conhecer alguém para não nos decepcionar ou enganar. É bom conhecer antes de agir porque ficamos prejudicados se não conhecermos uns aos outros.