quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mornas eram as noites: Uma viagem de saudades


ESCOLA SECUNDÁRIA ABÍLIO DUARTE

Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSOR:RICARDINO ROCHA.                        

TEMA: Análise do conto (Uma viagem de saudades) da obra “MORNAS ERAM AS NOITES”de Dina Salústio. 

TURMA: D  Ano letivo:2010/2011                                                                                                                                            Elaborado por:Cleusa Correia

  INTRODUÇÃO
Este trabalho foi dado pelo nosso professor de língua portuguesa com o objectivo de ter mais informações sobre a matéria a que pretendemos estudar e assim enquanto fazemos iremos informar.
Dentro deste tema irei falar sobre:
-Categorias da narrativa;
-Personagens;
-Acções;
-Espaço;
-Tempo;

Narrador: o narrador é participante porque a história está sendo narrada na 1ªpessoa do singular ou seja é ele mesmo é quem está a narrar a sua própria história. Exemplos: página15; 1ºparagrafo; 1ªlinha.”Há amigos a quem tenho prazer em oferecer um copo.”
Página16; (11º) ultimo paragrafo; 1ªlinha.”Nunca mais a vi.”
Quanto ao papel na acção: o narrador é autodiegético porque participa na história como personagem principal ou seja a narração é de primeira pessoa nomeadamente de carácter autobiográfico.
Quanto a ciência: ele é omnisciente porque o narrador mostra conhecer toda a história. 
Quanto a visão: é externa, porque ele está apenas a relatar o que ele vê. Exemplo: página16; 1ºparagrafo; 1ªlinha.
Personagens: narrador, e a mulher porque são seres imaginários criadas pelo autor que se caracterizam pelo seu papel na acção, o qual determina o seu retrato.
Principal: o narrador.
Figurantes: a mulher, o noivo, o pai, a filha e o neto.
Caracterização: enquanto a caracterização é heterocaracterização porque a caracterização é que faculta o narrador ou seja é directa.
Acções: conjunto de acontecimentos que se desenrola num determinado espaço e num tempo mais ou menos extenso.
Principal: a acção principal dessa história é o regresso da mulher para se casar com o seu noivo.
Quanto a sequência narrativa: é o encadeamento porque a história não tem nenhuma intervenção ou seja é linear.
Delimitação: é aberta porque não sabemos o destino final das personagens.
Espaço: é psicológico porque o texto retrata de uma vivência mais íntima, os seus pensamentos e sentimentos.
Tempo: analepse porque o narrador está a voltar ao tempo e a contar a história de uma menina e está a voltar ao tempo.
Modo de expressão literária: é a discrição porque está ao tempo todo a descrever a menina. Exemplo: página15; 2ºparagrafo; 1ªlinha.
Figuras de estilo: - Hiperbole.Exemplo: página 15;2º paragrafo; 4ªlinha.
                                           -Enumeração. Exemplo: página15; 4º paragrafo; 2ªlinha.                 
                                           -Epizeuxe. Exemplo: página 16;2º paragrafo; 2ªlinha.
                                           -Antanáclase. Exemplo: página 16;5º paragrafo; 1ªlinha.
Níveis de língua: o tipo de nível de língua a que esta presente no texto é nível de língua popular porque é entendido por todos.
                                                                                                                                 
                                                                               
Vida e obra de Dina Salústio.
Dina Salústio cabo-verdiana, nasceu em 1941, em santo Antão.
Foi professora, assistente social e jornalista, tendo trabalhado em cabo verde assim como em Portugal e em Angola.
Foi produtora de rádio, dirigindo um programa radiofónico dedicado a assuntos educativos.gentes, ideias, cultura.
Trabalhou no ministério dos negócios estrangeiros e desempenha, actualmente (2005) o cargo de conselheira do ministério de cultura, em cabo verde. É membro e foi uma das fundadoras da Associação dos escritores cabo-verdianos igualmente sócia fundadoras das revistas: Mudjer e Ponto & virgula, colaborando noutros periódicos: fragmentos, A tribuna, voz di povo, montanha, pré textos, revue noir, a semana onde se encontra parte de seus textos. Te colaboração (em prosa e poesia) na imprensa cabo-verdiana e no estrangeiro.
Em 1994 foi-lhe atribuído o prémio de literatura infantil de cabo verde – no mesmo ano em que publicava colectânea de contos, mornas eram as noites em 1999 ganhou o 3º prémio de literatura infantil de cabo verde, dos PALOP.Estreou-se no romance com a LOUCA DE SERRA NO (1998), sendo este considerado o primeiro romance na literatura cabo verdiana.


Conclusão
Com este trabalho fiquei muito mais informada e espero transmitir a minha informação para o professor e também para a turma no âmbito de fazer e transmitir um bom trabalho.

                    Resumo do conto:uma viagem de saudades
Alguns anos atrás havia uma mulher linda. Usava uma fita que lhe prendia o cabelo pintado num rabo-de-cavalo, que ficaria bem em alguém mais jovem e o vestido parecia-lhe um tanto deslocado no seu corpo.
Aos dezassete anos ela saíra deixando uma promessa ao noivo de emigrarem juntos para América logo que voltasse da viagem que duraria três meses.
Quando regressou para casar com o namorado já tinha decorrido trinta anos e três dias.
Ela casara em França, foi feliz, foi infeliz, viveu e morreu como todos nós nesses anos todos.
Podia ter lhe dito para voltar para França mas fiquei calado e nem desejei-lhe sorte quando se levantou o caixote para embarcar na furna a caminho da sua ilha e do seu homem. Nunca mais avi. Nem gostaria de a ter visto. Para quê saber de anseios sem resposta.     

Mornas eram as noites: O Conhecimento em debate


Trabalho Individual da aluna: Ilisângela Martins Moreira
Nº 8 Turma 10ºE - Ano letivo 2010/2011
Professor: Ricardino Rocha
 O Conhecimento em debate
v      Categorias da Narrativa
o   Narrador quanto a presença
O narrador é participante porque participa e narra a história em 1º pessoa do singular.
EX: Preciso de conhecer alguém para o poder amar. (pag.39/ 1ª linha)
o   Quanto ao papel na acção
O narrador é homodiegetico porque participa na história como personagem secundária.
o   Quanto a ciência
O narrador é omnisciente, pois sabe tudo o que passa no interior das personagens.
o   Quanto a visão
Focalizaçao interna. O narrador sabe tanto quanto a personagem.
EX: Encostadas, nos carros parados lado a lado.
o   Personagem
O narrador, as mulheres e os amigos.
Principal – as mulheres
Secundaria – o narrador
Figurantes – amigos
o   Caracterização Directa
EX: A mulher que gostava de atirar pedras para as ondas etc.
Caracterização Indirecta
EX: Pelo menos esse é um conhecimento que não violento.
o   Acções
É o desenrolar da história
o   Principal
EX: Preciso conhecer alguém para o poder amar.
o   Secundaria
EX: a mulher que gostava de atirar pedras as ondas…
o   Sequência narrativa das acções
Encadeamento vai do começo ao fim da história
o   Delimitação
Aberta – não sabemos se a mulher insistiu da necessidade do não conhecimento.
o   Espaço
Físico:
Micro espaço – carro
Macro espaço – mar
o   Social – uma mulher pegou numa pedra e atirou-a para o mar.



o   Psicológico
Reformavam pensamentos na intimidade de mulheres no ligeiro sopro que vinha de outras bandas na margem marinha recompensando-as do calor desagadavel que fizera o dia todo.
EX: Preciso de conhecer alguém para o poder amar.

o   Tempo / Cronológico
EX: Agora meia-noite, o dia todo etc.
o   Analepse – recuo das histórias.
EX: Não houve.
o   Prolepse – avanço da história
EX: O jantar tinha sido extremamente…
o   Narração
É o contar da história.
EX: Preciso de conhecer…, o jantar tinha sido…
o   Diálogo - conversa entre duas pessoas.
EX: Discordo. Pode-se viver o amor objectivando o conhecimento.
Mentira. O conhecimento destrói a fantasia etc.
o   Descrição
É a apresentação dos elementos de caracterização.
EX: A mulher que gosta de atirar pedras para as ondas.
o   Monólogo
EX: Quando o mar rodar fala sozinho.
Preciso de conhecer alguém…etc.
o   Figuras de estilo.
Hipérbole – o conhecimento mostra a realidade, as tripas fora, a pequenez. A lua batia-lhe no rosto e não mostrou decepção.
Comparação – O tempo todo fingimos o que não somos, o que não podemos ser, o que desejaríamos ser…etc.
Enumeração – Quando nos conhecemos uns aos outros, sentimos nojo porque o tempo todo fingimos o que não somos, o que não podemos ser, o que desejaríamos ser.
Interrogação
EX: Necessário o esquecimento?
Repetições de palavras
EX: …ninguém violenta ninguém.
o   Níveis de língua
Nível de língua familiar
EX: Um amigo disse-me que o conhecimento…etc.

  
Resumo
O texto tem como tema “O Conhecimento”.
Como é bom poder conhecer uma pessoa. A mulher não queria conhecer alguém porque o conhecimento destrói a fantasia, para ela  o melhor é não conhecer porque com o tempo descobrimos que a pessoa não é aquilo que desejávamos ou tínhamos imaginado. Por isso o conhecimento não esclarece as nossas duvidas sobre o carácter de uma pessoa. 

       
Comentário
Achei o conto muito interessante, mostrou-me como é importante o conhecimento, a oportunidade de conhecer alguém para não nos decepcionar ou enganar. É bom conhecer antes de agir porque ficamos prejudicados se não conhecermos uns aos outros.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Crónica de Fábio Júnior


As diferenças na escola
Na minha escola (ESAD) há uma diferença entre o tratamento das pessoas que podem ser claramente notada quando se trata dos “kopu leti” e dos pobres.
Já no primeiro ano, quando entrei para a escola comecei a notar essas diferenças. Os “kopu leti” sempre são colocados nas primeiras turmas com direito aos melhores professores e os pobres são sempre colocados à tarde, mas uma das coisas mais feias que eu já vi foi quando houve uma briga entre um rapaz pobre e uma menina “kopu leti”. Foram levados a Direcção não castigaram a menina porque pagava 15.000$00 de propina, mas o rapaz queriam castigar mas graças ao seu pai que foi protestar e ele não foi suspenso. A diferença nesta escola é bem notável porque alguns professores podem se dirigir aos ricos para tirarem uma dúvida, explicam quantas vezes forem necessárias para poderem entender, mas os pobres quando vão explicar uma vez e se não entenderem eles não explica de novo.
Houve até uma vez que passaram a não suspender os alunos. Eles eram colocados a limpar o corredor. Mas isso era só para os pobres porque sempre os pais dos “kopus letis” vinham e diziam que os seus filhos pagam muito caro a propina para estarem a limpar a escola e eles não limpavam.
Outras questões são: as casas de banho são sujas, mas quando estavam limpas as continas não deixavam os pobres utilizar.
Por isso numa escola quando existem alunos de diferentes condições nunca os diferenciem, tratem todos por igual sem diferenciá-los porque todos nós somos um.
O meu conselho é este: não faça aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti. Se estivesses no lugar deles trate sempre os alunos por igual sem os diferenciar porque um dia poderás estar nesta situação e quem sabe estarás a lhes pedir ajuda.

Cronista: Fábio Júnior Rocha Duarte Nº13 turma 10ºG

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estratégias para reduzir a ansiedade nos testes


Fonte: http://www.educare.pt/
Por: Adriana Campos

Estudar a matéria toda na véspera do teste apenas serve para aumentar o cansaço e o nervosismo e reduzir a capacidade de raciocínio para responder ao teste.

O que fazer para ajudar aqueles cuja ansiedade nos testes é geradora de insucesso?

Esta questão não pode efetivamente cair no esquecimento uma vez que a realização de testes é fonte de grande ansiedade e sofrimento para muitos estudantes.
Na redução da ansiedade nos testes é fundamental ter em consideração três fases: a fase que antecede a sua realização, o teste propriamente dito e a fase do pós-teste.
O período que antecede a realização do teste é determinante para a redução da ansiedade. Se, ao longo do processo de desenvolvimento da criança, os adultos que a rodeiam lhe forem incutindo a mensagem de que são capazes, estas mais facilmente irão ter confiança em si mesmas e desenvolverão expectativas positivas face à sua capacidade de resolver problemas. Este processo implica que os educadores deem progressivamente cada vez mais autonomia à criança. Se existir sempre um adulto (pais, explicadores) na retaguarda para resolver todos os problemas da criança, nomeadamente no que se refere a questões académicas, esta mais dificilmente desenvolverá confiança na sua capacidade de ultrapassar as dificuldades sozinha.
Um outro fator que frequentemente aparece associado à ansiedade nos testes é a não aplicação de técnicas de estudo adequadas às disciplinas e aos domínios envolvidos. Por esta razão, é fundamental ajudar os estudantes a desenvolverem estratégias nesta área, tais como preparar os testes com antecedência, distribuindo as matérias pelos dias que antecedem a sua realização. O dia anterior deve ser apenas destinado à revisão geral, através da leitura dos sublinhados, esquemas e resumos feitos nas sessões de estudo anteriores. Estudar a matéria toda na véspera do teste apenas serve para aumentar o cansaço e o nervosismo e reduzir a capacidade de raciocínio para responder ao teste. Uma prática também muito frequente entre os estudantes que apenas leva ao aumento da ansiedade e à diminuição da capacidade de resposta nos testes é a realização da última revisão nos intervalos pequenos, no dia da realização do teste, devendo por isso esta deixar de existir.
Habitualmente os estudantes com ansiedade nos testes durante os períodos de avaliação apresentam múltiplos pensamentos negativos que bloqueiam a sua capacidade de resposta. Pensamentos como: 'O teste está a correr-me muito mal', 'Vou tirar negativa', 'O teste está a correr bem aos outros colegas, só a mim é que está a correr mal' são frequentes. Ajudar os estudantes a identificar estes pensamentos negativos, parar para refletir sobre as suas causas e ajudar a substituí-los por outros mais positivos é fundamental para a obtenção de sucesso.
A má gestão do tempo é outro fator que afeta a boa realização dos testes e que pode gerar ansiedade. Para evitar que isto aconteça, é fundamental sensibilizar os alunos para a importância de ler todo o enunciado no início e distribuir o tempo disponível pelas diferentes questões em função do seu grau de dificuldade.
No período do pós-teste, é fundamental a compreensão dos resultados obtidos. Os maus resultados são frequentemente interpretados como sinónimo de incapacidade. Este tipo de interpretação só contribuiu para diminuir a autoconfiança, levando ao desinvestimento. Para que tal não aconteça é fundamental analisar as razões do insucesso e transformá-lo numa oportunidade de aprendizagem e de autoconhecimento.
Estudos realizados demonstraram que na redução da ansiedade é muito importante o treino de competências em várias áreas onde o aluno é pouco eficaz, nomeadamente o treino de competências de estudo e de preparação e execução eficaz dos testes. Por esta razão refere-se alguma bibliografia que o poderá ajudar nesta difícil missão de reduzir a ansiedade na avaliação.

Bibliografia

'Ensinar a estudar aprender a estudar'. Armanda Zenha, Carla Silva, Carlos Januário, Cláudia Malafaya, Isabel Portugal. Porto Editora.
'Área de estudo acompanhado. O essencial para ensinar a aprender'. Ariana Cosme e Rui Trindade. Edições Asa.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

(A)pago os ões (versão impressa no jornal A semana - 6 de janeiro de 2012)

Aprendi na claridade das velas que o “ão” tem três plurais: ães, ãos e ões. Decidi então procurar nas lamparinas do meu juízo um palavrão para ver com qual eu podia ter a luz ideia de iluminar essa clari-cidade: dei de caras com um… apagão.

Nesses dias de Natal “Festa de Luz”, bruma que reluz e frio que seduz estar sem energia elétrica da ELETRA* É LETRA. O mais normal assunto do dia-a-dia. Agora, por exemplo, estando eu a ouvir “ lá na céu bó é um strela qui ca ta brilhá…” fico com vontade de transportar para minha realidade “…li na tera bó é lânpida ki sa ta fitxe-fatxe, gilera ta kongela ta diskongela, motoris ta ronka funaná na rua”. Porém, duvido se a eletricamania praiense que viruscendiou pelo país me permitirá. Se não conseguir é porque houve um “black out” ou… um branco!

O normal nesta cidade, num verão (todo o ano) frio ou mornal, é a falta de energia. Todos se queixam. Eletra dos fornecedores de combustível. Fornecedores de combustível da Eletra. Eletra dos consumidores. Consumidores da Eletra. Câmaras municipais da Eletra. Eletra das câmaras municipais. Governo da Eletra. Eletra do governo. Eletra de Cabo Verde. Cabo Verde da Eletra. Eletra do planeta Terra. Planeta Terra da Eletra… e que Deus não nos escute mais essa meditação, reza ou oração.

Acho que está faltando alguém aí, heim! Quem será? Hã, bomm: Os que não consomem, ou melhor, os que não pagam pelos com-sumos. Porque estes bebem noutros fornecedores. Consomem noutros com-sumo-dores. Moram noutros municípios. São governados noutros países. Residem noutras Cascas de Banana Verde.

Casa sem luz elétrica todos reclamam, todos discutem e ninguém tem luz eletra. Os afortunados pelo azar têm a buena-dicha de serem eles que vão pagar os com-sumos da iluminação pública porque os com-sumo-dores não estão (dis)postos a tirar o pouco da muita miséria que recebem para pagar aquilo que neles é ligação ilegal na iluminação legal numa pública geral.

Quem fiscaliza a legalidade energética? Quem faz as alegadas ligações? Quem paga por elas? Quem ganha com isso? Consumidores ou com-sumo-dores? Hão-de (as)sumir com a questão.

Convenhamos que quem venha a seguir é quem está à frente. E os últimos serão sempre os últimos. E os primeiros… serão sempre os primeiros. Pago para ter luz e fico no escuro, apago a luz e lá vem a conta maior para pagar. Se não (a)pago sou um (a)pagão!

“Céus! Eletra, isto é um dilema: pagar ou não pagar.” Tenho, de fato, um bilema: se não pagar, fico sem luz. Se pagar fico com apagão. Nessa praga nada se apaga, tudo se paga… No escuro. Nessa escuridão… pago ou apago?

Se não fosse as ligações diríamos: “O último a sair apague a luz, por favor. Não! Quem sair primeiro desligue a luz e quem vier atrás… que fique no escuro” e, que no final do mês paga para não sofrer cortes, taxas de religação e juros sem pressa nenhuma.

E o que vai à frente não alumia duas vezes? Ou estou enganado, ou é a lâmpada que está fundida? Ir à frente ou não ir à frente? Eis a questão: To light or not to light? Entre “light” e “kafuka” o melhor mesmo é ter pilhas para isto porque senão… senão o quê? Ficamos sem energia!

Ricardino Rocha, 27.12.2011
http://www.9e10dejunho.blogspot.com/  ou no jornal impresso Asemana do dia 6 de janeiro de 2012.

*Não confundir Electra com Eletra: Segundo o NAO (Novo Acordo Ortográfico). Eu concluo como vocês. Como sou uma pessoa muito positiva, prefiro o SIM (Sempre Interpretando Mal)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Formação para professores de língua portuguesa

Olá pessoal do " Tá de quanto".
Não se esqueçam que na próxima semana vai haver aquela formação  para professores de língua portuguesa, principalmente a turma que foi pro Brasil no âmbito do PLLN, em Fortaleza.
Divulguem essa mensagem a todo o pessoal e a outros interessados.
a formação terá lugar no Centro Cultural Brasil Cabo Verde ( CCBCV), Palmarejo de 9 a 13 do corrente mês, provavelmente das 17 às 20 horas.
Ricardino Rocha

Boas entradas em 2012

O nosso bogue nesses  dois anos conseguiu ser um dos blogues mais acessados em Cabo Verde e, como blogue sobre língua portuguesa mais acessado no país com  3255 acessos. É obra! Graças a vocês que fazem parte deste nosso mundo cibernético.A todos os ciernautas e amigos, professores e alunos um feliz 2012!
Ricardino Rocha

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Programa "Conta outra vez"

O Centro Cultural Brasil Cabo Verde passou a produzir um programa destinados a todos os alunos do Ensino Básico de Cabo Verde.



De nome " Conta outra vez" o programa vai ao ar todos os sábados às 11 e 30 minutos e  tem repetição à segundas às 17 e 30 minutos.

Ainda em 2011

No final de novembro a Cidade da praia recebeu a visita da turma do Costurando Histórias na qual promoveu no Centro Cultural Brasil Cabo Verde uma formação para professores e monitores de jardim.
Foi uma experiência muito frutífera ao qual ficamos incumbidos de "semear" os conhecimentos adquiridos para os outros colegas noutras escolas.
Uma experiência deveras enriquecedora.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Um Lusófono Natal

Um Lusófono Natal, Boas festas a todos os que amam essa língua que é a  "nossa pátria..."
Cabo-verdianamente,
Ricardino Rocha