sexta-feira, 14 de março de 2014

Bom humor

O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. 
Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior!

quarta-feira, 12 de março de 2014

“Examinite aguda”: Doença que ataca a escola

Os sintomas são incómodos para alunos e professores e podem ter consequências graves a longo prazo.
Poderia elencar muitos dos males de que, hoje, padece a escola portuguesa. Vou falar apenas na “examinite aguda”, que desejo sinceramente que não passe a “examinite crónica”. Com pés de lã, no início, com passadas bem fortes, presentemente, aí estão os exames, a multiplicar-se e a dominar a vida das escolas. Cresceram em abrangência de anos de escolaridade e de disciplinas, aumentaram em peso na avaliação. Isso de avaliação contínua é um conceito em desuso ou em profunda transmutação.
E se fossem só exames!... Para que os alunos se preparem bem para os exames, aí estão os testes intermédios. E aos testes intermédios vindos do MEC, as escolas acrescentam, nas disciplinas em que o MEC os não proporciona, testes intermédios elaborados por si próprias.
E assim, entre outros males, a nossa escola padece hoje de “examinite aguda”. Os sintomas são incómodos para alunos e professores e podem ter consequências graves a longo prazo. Os professores têm andado e continuarão a andar sobrecarregados e completamente desgastados com ainda mais tarefas burocráticas, como, por exemplo, várias reuniões (para discutir a aplicação dos testes intermédios/exames, para fazer os testes intermédios que são elaborados pelas escolas, para definir as informações a dar aos alunos e famílias, para definir e divulgar os critérios de avaliação, etc.), já para não falar do imenso e minucioso trabalho de correção e classificação desses testes e dos exames. O ensino, necessariamente, acaba por se centrar nas competências e conhecimentos testáveis através de exames, com prejuízo de outras aprendizagens fundamentais a que os estudantes não vão poder ter acesso, por falta de tempo para o efeito. E que dizer das aulas das mais diversas disciplinas que não foram lecionadas para que sejam feitos os tais testes intermédios, realizados no mesmo dia e à mesma hora em todo o país?
E o que pensar do facto de os exames do 4.º e do 6.º anos se realizarem antes de terminado o ano letivo? Se eles contemplam toda a matéria, isto significa que ela tem menos tempo para ser lecionada. Aumentará isto a qualidade do ensino? E depois de realizados os exames, considerarão os alunos que o ano letivo ainda não acabou? Darão algum valor às aulas do resto do ano? E o que pensarão os estudantes dos vários ciclos acerca das disciplinas que não têm exame, se o próprio MEC as define como não fundamentais? Vale a pena estar com atenção e estudar a matéria dessas disciplinas? Afinal, o exame é que parece ser importante!
Finalmente, haverá, no entanto, certamente, muitas mais horas de trabalho não contabilizado nem remunerado para os professores do Estado (que aplicarão e corrigirão os exames) e lucro para essa entidade privada, que publica livros e outros materiais didáticos e que tem institutos de ensino de língua inglesa espalhados pelo país, já para não falar do preço dos diplomas (mesmo que sejam facultativos). Será que os nossos alunos vão conseguir falar inglês com mais fluência e correção porque vão fazer (obrigatoriamente) uma prova oral nesse exame? Ou aprenderiam mais se tivessem realmente tempo de praticar a oralidade nas aulas de Inglês? Como se lhes pode dar essa oportunidade nas aulas? Como se pode dar a cada um dos 30 alunos de uma turma de 9.º ano (ou de qualquer outro dos anos de escolaridade anteriores) “tempo de antena” para falarem em inglês com frequência (e até mesmo sem ela) nos 90 mais 45 minutos semanais da disciplina?
Neste espaço tentei aflorar alguns dos sintomas desta “examinite aguda” e levantar questões relativas às consequências. Esta doença está a entrar na rotina de uma forma preocupante, pelo que o tema merece grande reflexão e debate aprofundado. 
(Texto adaptado)


O bom e o mau humor

"O humor compreende também o mau humor.
O mau humor é que não compreende nada."

sexta-feira, 7 de março de 2014

O erro e o acerto

A vida infelizmente é feita por decepções também.
Mas quem é forte, faz de cada decepção um motivo a mais para correr atrás da superação.
O erro é o gás que nos move aos acertos.
Não esqueça nunca que somos do tamanho da nossa fé, maiores que nossos medos, e melhores do que nossos problemas.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Recomeçar do zero

Pode ser tarde para voltar atrás, mas não para recomeçar.
Aliás, recomeçar é o que se tem de melhor a fazer.
Inúmeras vezes precisaremos recomeçar do zero, sem pular etapas, sem enterrar o passado, porém, escrever de uma forma diferente nas próximas páginas desse livro cheio de histórias que é a vida.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Imperfeições nossas e dos outros

Procure corrigir com calma aqueles que erram, e saiba relevar as imperfeições dos outros, da mesma forma que espera a compreensão dos outros para os seus erros.

A vida é um intercâmbio de boa vontade mútua, em que recebemos aquilo que damos.

Dê tolerância e receberá compreensão e amor, tornando sua vida um paraíso sem dores e sofrimentos.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Corrigindo os nossos erros

Quando não se pode falar bem de uma determinada pessoa, o melhor mesmo é que não se diga nada, porque a demasiada atenção que dedicamos a observar ou criticar os defeitos alheios deve ser dada aos nossos próprios defeitos, tentando corrigi-los.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Te desejo o dobro daquilo que me desejas



A inveja, a raiva e os insultos, quando não são aceitos por nós, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. 

Que nos ouça, apenas.



Às vezes só precisamos que alguém nos ouça.
Que não nos julgue.
Que não nos subestime.
Que não nos analise.
Que nos ouça, apenas."

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Língua materna em debate na ilha do Sal


“A língua materna e a recuperação da tradição e Expressão oral Cabo-Verdiana” é tema de uma mesa redonda agendada para a próxima sexta-feira, dia 21 no Sal. Um evento que propõe um olhar de fundo sobre a diversidade do povo cabo-verdiano através das diferentes variantes do crioulo.
Como forma de assinalar a efeméride, a CMS realiza neste dia uma mesa redonda com o Tema “A Língua Materna e a Recuperação da Tradição e Expressão Oral Cabo-verdiana” e ficará ainda patente ao público salense uma exposição de literatura cabo-verdiana.
Além do debate sobre o tema, o evento contempla uma apresentação musical pelos alunos da Escola Municipal de Artes Tututa, visualização de vídeo sobre a língua materna e uma exposição da literatura cabo-verdiana.
O objetivo é sensibilizar para a salvaguarda das tradições e expressões orais cabo-verdianas, realçar o papel da comunidade na valorização e proteção da língua como patrimônio cultural e refletir sobre as boas práticas para a recuperação, transmissão e valorização das tradições e expressões orais.
As tradições e expressões orais abrangem uma enorme variedade de formas verbais como provérbios, advinhas, historias, rimas infantis, lendas, mitos, músicas e poemas épicos, feitiços, orações, cantos, músicas, teatro entre outras. Tradições e expressões orais são usados para transmitir conhecimentos, valores culturais e sociais e memória coletiva, sendo essenciais para manter vivas as culturas.
A mesa redonda promovida pelo pelouro da Cultura e Educação da Câmara Municipal do Sal está marcada para as 18h00 do dia 21, na Biblioteca Municipal Jorge Barbosa, em Espargos.