quinta-feira, 24 de setembro de 2009

PENSAMENTO DO MÊS
“ Um bom educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender”
Augusto Cury, Pais Brilhantes e Professores Fascinantes
ORAÇÃO DO PROFESSOR

Senhor, quero agradecer-vos a grande missão de ensinar para qual me chamastes. Comprometo-me convosco a educar para a vida, a semear ciência e virtude no coração dos meus alunos.
Aceitai o meu trabalho de professor feito com enormes dificuldades nos dias em que vivemos.
Grandes são os desafios da educação, mas também são encorajadoras as metas a alcançar.
Proponho-me trabalhar para a ajudar os meus alunos a atingir uma esmerada educação para caminharem sempre por caminos rectos.
Agradeço-vos, também, os êxitos já alcançados e o caminho percorrido.
Que eu tenha coragem para recomeçar todos os dias.
Enchei-me de humildade e de paciência para poder ser bom comunicador e ser bem aceite pelos meus alunos.
O dom da vida que vós me destes é maravilhoso.Deixai-me vivê-lo para utilidade dos meus irmãos. Amém.
FAZ CLIQUE DUAS VEZES NESTE ANO LECTIVO

ARRASTA Jesus para teu DIRECTÓRIO PRINCIPAL.
GUARDA-O em todos os teus ARQUIVOS PESSOAIS.
SELECCIONA-O como o teu DOCUMENTO MESTRE.
Que Ele seja o teu MODELO para FORMATAR a tua vida
JUSTIFICA-O e ALINHA-O à direita e à esquerda
Sem INTERRUPÇÕES na tua caminhada.

Que JESUS não seja um ÍCONE, um ACESSÓRIO,
Uma FERRAMENTA, uma NOTA DE RODAPÉ,
Mas sim um CABEÇALHO, a LETRA CAPITAL
A BARRADE ARRASTAR do teu caminhar.

Que ELE seja a FONTEde graçapara a tua ÁREA DE TRABALHO,
O PINCEL DE PINTAR para COLORIR o teu sorriso,
A CONFIGURAÇÃOA da tua vida.

Que seja a NOVA JANELA para visualizar o TAMANHO do seu amor,
O PAINEL DE CONTROLO para impedir os teus RETROCESSOS,
Para partilhar os teus RECURSOSe DAR ACESSO as tuas amizades
COPIA tudo o que é bom, APAGA os teus erros.
Não deixes à MARGEM ninguém,
ABRE o teu coração, tira dele os VÍRUS do egoísmo e do desamor.

Antes de ENCERRAR, coloca JESUS nos nos teus FAVORITOS
E a tua vida será o ATALHO para a felicidade.

Agora, CLICK OK para REINICIAR e ACTUALIZAR os teus CONTEÚDOS.

UM BOM ANO LECTIVO A TODOS!
(In Almanaque das Missões – 2008)
E vale a pena ser professor?
João Ruivo 2009-02-04
O novo milénio atribui aos professores funções e competências indispensáveis ao desenvolvimento da sociedade do conhecimento. O futuro tem que ser construído com os professores e as suas organizações. Nunca contra, ou apesar deles.
Claro que vale. E muito! Ser professor é a mais nobre dádiva à humanidade e o maior contributo para o progresso dos povos e das nações. E, como ninguém nasce professor, é necessário aprender-se a ser. Leva muitos anos de estudo, trabalho, sacrifício, altruísmo e até dor.Um professor tem que aprender o que ensina, o modo de ensinar e tudo (mesmo tudo) sobre os alunos que vão ser sujeitos à sua actividade profissional. Mas não se iludam: depois de tudo isso um professor nunca está formado. Tem que aprender sempre. Um professor carrega para toda a vida o fardo de ter que ser aluno de si próprio. De se cuidar, de estar sempre atento, ter os pés bem postos no presente e os olhos bem focados no futuro.Ser professor obriga a não ter geração. Professor tem que saber lidar com todas elas, as que o acompanham durante quatro décadas de carreira. É pai, mãe e espírito santo. E, para o Estado, ainda é um funcionário que, zelosamente, se obriga a cumprir todas as regras da coisa pública.Por tudo isso, professor é obra permanentemente inacabada. É contentor onde cabe sempre mais alguma coisa. O professor é um intelectual, mas também é um artesão; é um teórico, mas que tem que viver na e com a prática; é um sábio, mas que tem de aprender todos os dias; é um cientista que tem que traduzir a sua experimentação para mil linguagens; é um aprendente que ensina; é um fazedor dos seres e dos saberes; mas é também um homem, ou uma mulher, como todos nós, frágil, expectante e sujeito às mais vulgares vulnerabilidades.O professor contenta-se com pouco: alimenta a sua auto-estima com o sucesso dos outros (os que ensina), e tanto basta para que isso se revele como a fórmula mágica que traduz a medida certa da sua satisfação pessoal e profissional. Por isso é altruísta e, face ao poder, muitas vezes ingénuo e péssimo negociador.O professor vive quase todo o tempo da sua carreira em estádios profissionais de enorme maturidade e de mestria. São estádios em que a maioria dos docentes se sentem profissionalmente muito seguros, em que trabalham com entusiasmo, com serenidade e com maturidade, e em que, num grande esforço de investimento pessoal, se auto conduzem ao impulsionar da renovação da escola e à diversificação das suas práticas lectivas.Infelizmente, de onde devia partir o apoio, o incentivo e o reconhecimento social, temos visto aplicar medidas políticas, e expressar pensamentos, através de palavras e de obras, que menorizam os professores, que os denigrem junto da opinião pública, no que constitui o maior ataque à escola e aos professores perpetrado nas últimas três décadas do Portugal democrático.Um ataque teimoso, persistente, vitimador e injustificado que tem levado o grande corpo da classe docente a fases profissionais negativas, de desânimo, de desencanto, de desinvestimento, de contestação, de estagnação, e de conformismo, o que pressagia a mais duradoira e a mais grave conjuntura profissional de erosão, mal-estar e de desprofissionalização.Se não for possível colocar um fim rápido a estas políticas de agressão profissional, oxalá uma década seja suficiente para repor toda uma classe nos trilhos do envolvimento, do empenhamento e do ânimo, que pressagiem o regresso ao bem estar e à busca do desenvolvimento pessoal.Importante, agora, será a persistência na ilusão. Os professores são uma classe única e insubstituível. A sociedade já não sabe, nem pode, viver sem eles. O Estado democrático soçobraria sem a escola. O novo milénio atribui aos professores funções e competências indispensáveis ao desenvolvimento da sociedade do conhecimento. O futuro tem que ser construído com os professores e as suas organizações. Nunca contra, ou apesar deles.Ser professor é, portanto, tudo isto e muito mais. É uma bênção, é um forte orgulho e uma honra incomensurável. Quem é professor ama o que faz e não quer ser outra coisa. Mesmo se, conjuntural e extemporaneamente, diz o contrário. Fá-lo por raiva e revolta contra os poderes que, infamemente, o distraem da sua missão principal e, injustamente, o tentam julgar na praça pública, com cobardia e sempre com grave falta ao rigor e à verdade.Como diria a minha colega Alen, ao longo da história mais recente a sociedade já precisou que os professores fossem heróis para que assegurassem o ensino nos momentos mais difíceis e nas condições mais adversas; já necessitou que fossem apóstolos para que aceitassem ganhar pouco; que fossem santos para que nunca faltassem, mesmo quando doentes; que se revelassem sensíveis, para que garantissem as funções assistenciais e se substituíssem à família e ao Estado; e que, simultaneamente, se mantivessem abertos e flexíveis para aceitarem todas as novas políticas e novas propostas governamentais. Mesmos as mais ilógicas e infundadas. Porém, agora é bom que os mantenhamos lúcidos para que possam ultrapassar com sucesso este desafio, esta dura prova a que todos os dias se têm visto sujeitos e para que possam ver ficar pelo caminho as políticas e os políticos que os quiseram humilhar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

FRASE DO MÊS
“O professor é um eterno estudante. Está sempre a aprender.”
Rick Hardinno Rocha, 2009

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Acordo Ortográfico
Após várias tentativas de se unificar a ortografia da língua portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012.
Algumas modificações foram feitas no sentido de promover a união e proximidade dos países que tem o português como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.
No entanto, não é necessário que haja aversão às alterações, pois são simples e fáceis de serem apreendidas! Além disso, há um prazo de adaptação que dá calmaria a todo processo de mudança! Para tanto, o Brasil Escola apoiará as novas regras e irá promover a atualização dos textos para que os internautas possam se sentir mais confortados e ambientados com esse novo jeito de escrever algumas palavras!
A ABL (Academia Brasileira de Letras) dispõe de um link para quem tiver dúvidas sobre o acordo, é só acessar www.academia.org.br e procurar o serviço “ABL Responde” à direita na página. No entanto, não há prazo para que as repostas sejam enviadas, já que cada pergunta passará por análise da comissão de lexicografia e lexicologia.
O Brasil Escola também contará com um e-mail para que você possa enviar sua dúvida a respeito do novo acordo ortográfico: duvidasacordo@brasilescola.com. Teremos prazer em atendê-lo e nos comprometemos a responder o mais rápido possível!
Visite esta seção e tire todas as suas dúvidas de maneira rápida e objetiva, proporcionada por uma linguagem simples e prazerosa. Fique sabendo de todas as mudanças ortográficas significativas para o Brasil! É só clicar e informar-se!
Por Sabrina VilarinhoGraduada em LetrasEquipe Brasil Escola

Boa Postura e Aprendizado


Coluna curvada em razão da má postura

Manter uma boa postura durante o longo período de aulas é coisa difícil. Aos poucos o corpo escorrega na carteira, as pernas se cansam e as costas e pescoço doem.
Por ter que ficar com a cabeça abaixada por um longo período, os músculos do pescoço se enrijecem causando uma sensação de desconforto que incomoda o estudante e, consequentemente, prejudica o seu aprendizado.
Porém, alguns jovens sentam-se de qualquer jeito, acostumando-se à má postura, sem perceber. Ombros tombados para um lado, cabeça curvada para frente, além da famosa corcunda são exemplos disso.
A má postura pode causar problemas graves de coluna e doenças crônicas, como as lordoses, escolioses, bicos de papagaio, dentre outras.
É importante que o aluno cuide de sua postura, pois a aprendizagem intelectual acontece com todo o envolvimento do corpo, é necessário que este esteja disposto de maneira correta. Dessa forma o nível de concentração do aluno aumenta, o que facilita maior compreensão dos conteúdos abordados pelo professor.
Uma das causas da má postura durante as aulas é uma noite mal dormida.
O descanso está totalmente ligado ao aprendizado, pois o estudante que não dorme bem, que não descansa o necessário, fica mais propenso a ter sono durante as aulas, perder a concentração e se distrair com coisas não relacionadas ao assunto das aulas.
A prática de atividades físicas traz benefícios para o corpo, pode criar novos hábitos posturais, ajudando a fortalecer as musculaturas lombares e cervicais que sustentam a coluna e o pescoço.
Portanto, fiquem atentos a estas informações, pois agindo de forma adequada o aprendizado ficará mais favorável e, consequentemente, o aluno será beneficiado por apresentar mais facilidade para aprender.
Por Jussara de BarrosGraduada em PedagogiaEquipe Brasil Escola

sábado, 30 de maio de 2009

Relações Gráficas e Fonéticas

Homonímia
Quando temos duas palavras graficamente iguais, mas com origem e significados diferentes, estamos perante palavras homónimas
Exemplo: O rio continuava a correr pelo leito / Rio sempre que ouço uma boa piada
HomofoniaQuando temos duas palavras com significados e grafia diferentes mas foneticamente iguais, estamos perante palavras homófonas
Exemplo: Quando soar o sinal saímos / O esforço que fizemos fez-nos suar bastante
Homografia
Quando temos duas palavras com significados e pronúncias diferentes mas grafias idênticas, estamos perante palavras homógrafas.
Exemplo: A PSP policia o bairro de Chelas / Toda a polícia tem farda azul
ParonímiaQuando temos duas palavras com significados diferentes mas foneticamente muito próximas estamos perante palavras parónimas
Exemplo: Levo quatro livros / o meu quarto é grande
Hiperónimos e Hipónimos
Formação de Palavras
Derivação
Em que existe um radical e um ou mais afixos:
Chuvoso- chuv (radical) oso (sufixo)
Renovar- re (prefixo) nov (radical) ar (sufixo)
Composição
Em que existe mais de um radical ou palavra:
Amor-perfeito- amor (nome) perfeito (adjectivo)
Telecomunicação – tele (radical) comunicação (nome)
Palavras Primitivas e Derivadas
Palavras Primitivas
Chamam-se primitivas as palavras que não são formadas a partir de nenhuma outra
Exemplo: água, fazer, etc
Palavras Derivadas
Chamam-se derivadas aquelas palavras que se formam a partir de outra – água, fazer – a qual se juntou um ou vários prefixos ou sufixos:
Exemplo: aguadeiro, aguar, desaguar, desfazer, refazer
Derivação
Existem três processos de derivação propriamente dita:
-por prefixação
-por sufixação
-regressiva
Afixo:
São os morfemas derivativos (prefixos e sufixos) que se juntam à palavra primitiva, acrescentando uma nova tonalidade à significação primitiva
Prefixo:
É o afixo que se junta antes:
Exemplo: desfazer (des+fazer)
Sufixo
É o afixo que se junta depois:
Exemplo: aguar (água+ar)
Exemplos de Sufixos
Parassintese
Quando o prefixo e sufixo se aglutinam ao mesmo tempo ao radical, sem se poder conceber uma palavra intermédia:
Exemplo: repatriar (re+pat+riar)
Composição
Aglutinação
É uma das formas de ligação de duas palavras primitivas.
Quando da ligação de duas palavras resulta uma palavra nova com apenas uma sílaba acentuada, a palavra resultante diz-se composta por aglutinação
Exemplo: filho de algo > fidalgo / perna + alta > pernalta
Justaposição
É a outra forma de ligação de duas palavras primitivas.
Quando as duas palavras mantêm a sua acentuação, dizemos que a nova palavra é composta por justaposição.
Exemplo: arroz-doce / passatempo
Compostos eruditos

Existem, ainda na nossa língua, muitas palavras formadas por radicais gregos e latinos, designadas por compostos eruditos.
Exemplo: termo-metro > termómetro
Funcionamento da Língua
Organização do texto
Frase
Simples e Complexa
Sistematização: Podemos definir uma frase como um conjunto de palavras que formam uma unidade de sentido.
Uma frase pode ser constituída apenas por uma oração (estrutura com um só sujeito e um só predicado) à frase simples.

Ou por duas ou mais orações à frase complexa.
Nota: Não identificar frase simples com frase de um só verbo, mas sim de um só predicado, pois o predicado pode ser expresso por dois ou mais verbos, como é o caso dos tempos compostos, da voz passiva e da conjugação perifrástica.
Exemplos de Frases Simples e Complexas
Simples:
-“Eu acompanho sempre as minhas tias nos passeios de Domingo”
-“Posso vir a querer fazer outras coisas”
-“Estou a tentar estudar o mais possível”
Complexa:
-“Eu acompanho sempre as minhas tias quando passeiam aos Domingos”
Tipos de Frase
Os tipos de frase traduzem a atitude do emissor relativamente àquilo que transmite e a quem transmite.
Tipos de Frase
Exemplos
Declarativo (apresenta um facto, uma situação)
Eu não vou hoje ao cinema.
Interrogativo (coloca uma questão, pede informações)
Vais hoje ao cinema?
Exclamativo (expressa uma emoção, apresenta uma reacção)
Hoje vais ao cinema!
Imperativo (dá uma ordem, uma sugestão)
Vai ao cinema!

Formas de Frase

A cada tipo de frase associa-se sempre uma forma de cada um dos pares que a seguir se apresenta. Assim o tipo declarativo, por exemplo, pode parecer simultaneamente nas formas afirmativa, activa e enfática ou pode aparecer simultaneamente nas formas negativa, passiva e neutra. As possibilidades de combinações são variadas.

Formas de Frase
Exemplos
Afirmativa
Negativa

Gosto de tomar o pequeno-almoço
Não gosto de tomar o pequeno-almoço
Activa
Passiva

A Maria lava sempre a fruta com água corrente
A fruta é sempre lavada com água corrente pela Maria
Neutra
Enfática

Os meninos do jardim-escola usam uns bibes lindos!
Os meninos do jardim-escola são que usam uns bibes lindos!

Período e Parágrafo
O período

O período é a frase ou conjunto de frases que se encontram entre dois pontos finais Pode conter uma só oração (frase simples) mas, normalmente contém duas ou mais orações (frase complexa)
O parágrafo
Quando necessitamos de fazer uma pausa mais longa – porque dentro do mesmo assunto vamos falar de um outro aspecto, ou pretendemos demarcar uma ideia de outra, ou ainda porque mudamos de assunto, embora dentro da mesma temática -mudamos de linha, deixando, normalmente, um espaço em branco।

Estamos a abrir um novo parágrafo
Coerência e coesão textual
Para que um conjunto de frases se possa chamar texto e necessário que as frases se estruturem de uma determinada maneira e se relacionem entre si de modo a formar um todo coerente e coeso
A coerência Textual

A coerência textual implica que as diferentes partes de um texto estejam articuladas entre si ao nível do sentido, estruturando-se de acordo com a tipologia em questão.

A coesão textual

A coesão textual resulta da utilização dos elementos linguísticos que fazem a ligação das várias partes de um texto, pode ser conseguida através de diferentes processos.

Conectores

São os elementos que contribuem para uma maior coesão textual: conjunções e locuções conjuncionais, advérbios e locuções adverbiais
Pontuação
A pontuação é um factor fundamental para clarificar o sentido de um texto. Outro elemento fundamental que contribui para a coesão textual e a pontuação
Existem vários sinais de pontuação.
Vírgula,
A vírgula usa-se normalmente para
separar elementos de uma enumeração
Ex:Naquele mercado as mangas, os pêssegos, as ameixas, as maçãs, as cerejas atraíam pelos seus tons alegres e luminosos।
Demarcar o aposto do sujeito
João, o padeiro, e também um grande pasteleiro.
Demarcar complementos circunstanciais
Nesse dia, apareceram todos os amigos do Rui.
Separar o vocativo
Ò Ana, anda cá depressa!
Separar repetição de palavras
Ele comia, comia, e nunca ficou maldisposto
Demarcar um adjectivo em inicio de frase
Atencioso, como ele nao havia!
Demarcar um substantivo
O pedro, esse era o eleito.
Destacar elementos (normalmente mais extensos) numa enumeracão
Ele gostava de doces e a Joana de salgados
Ele gostava de doces, a Joana de salgados

Nota: A vírgula nunca pode separar o sujeito do seu predicado ou o predicado do seu complemento directo e/ou indirecto.
No caso de se intercalar uma expressão ou oração entre um sujeito e um predicado, ela deve figurar entre vírgulas, para não separarmos o sujeito do predicado.

Ex.: Os homens, obcecados pelo progresso, nem sempre pensam no futuro da humanidade.

Ponto e Virgula

Ponto.
O ponto usa-se normalmente para marcar o fim de uma frase simples ou complexa.
Ex।: O que ela dizia, embora fosse sempre diferente, soava sempre da mesma maneira. Era monótono. E a maioria dos alunos estava a ouvi-la...sem a ouvir.
Era o caso do Jorge, que estava interessado no rapaz com o carrinho de bebe e se foi afastando do grupo. Alem deles, só andava ali dentro um grupo de velhinhos ingleses. E o rapaz com o bebe, claro, que percorreu a igreja toda com os auscultadores nos ouvidos, sempre a empurrar o carrinho. De vez em quando parava a um canto, levantava o cobertor e dava duas mexidelas no bebe que, por sua vez, não dava sinal de si.
Dois pontos:
Usam-se normalmente para:
-Introduzir o discurso directo
Ex.:Arranjo uma voz de falsete e imito o dos filmes americanos:
“Antípode homem?”
-Introduzir uma enumeração
Ex.: Acho que foram emoções a mais para a Luísa: o sótão que não havia, o Abílio que eu não era, o Luís que ela não sabia que era eu.
-Iniciar uma conclusão ou dar uma explicação
Ex.: E não tardei a colar o Sem Pavor ao João: João Sem Pavor
Reticências...
Usam-se normalmente para marcar a suspensão de uma ideia ou frase.
Ex.: Nada...Há seis dias e seis noites que estou aqui escondido a tremer com medo dos lobos, dos morcegos, das bruxas e dos fantasmas, a espera da minha irmã...
Ponto de Interrogação ?
Usa-se normalmente para assinalar uma frase do tipo interrogativo.
Ex.: Que dizes, meu pai?
O ponto de exclamação marca uma frase do tipo exclamativo, pode também utilizar-se nas frases do tipo imperativo.
Ex.: Anda cá!
Aspas " "
Usam-se normalmente para
-Transcrever uma palavra ou expressão ou fazer uma citação
Exumareis Luther King disse “ Eu tenho um sonho, que todos os negros tenham os mesmos direitos”
- Utilizar uma palavra que não pertence ao léxico português
Ex:“Anybody Home”
-Utilizar uma palavra menos apropriada, mas expressiva no contexto
Ex: Já anda a “namorar” este vestido há muito temp
-Destacar um titulo
Ex.: O jornal “Expresso” é um semanário
Parênteses ()
Usam-se normalmente para:
-Marcar o discurso directo
Ex: Arranjo uma voz de falsete e imito os dos filmes americanos “Anybody Home”
-Indicar corte em texto citado
Ex: Discurso Vasco da Gama “Meu povo vamos partir (...) que deus vos abençoe
Travessão
Usa-se normalmente para:
-Marcar discurso directo
Ex.: Visto-me a macaco e imito os seus sons
-“Eu sou o Artur”
-Demarcar uma frase intercalar, que poderia surgir entre virgulas
Ex.: Os homens obcecados pelo progresso – nem sempre pensam no futuro da humanidade
Nota: Quase todos os sinais de pontuação podem ser usados para conferir maior expressividade a um texto