terça-feira, 17 de setembro de 2013

Um bom ano letivo 2013/2014 a todos

Nesse início de novo ano letivo em Cabo Verde, 16 de Setembro de 2013,  desejamos a todos os elementos da nossa comunidade educativa( alunos, professores e pais/encarregados de educação) um excelente ano letivo e com esforço de todos chegaremos ao final com os resultados conseguidos

Ricardino Rocha

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Cuide das pessoas deprimidas


Nunca despreze as pessoas deprimidas.

A depressão é o último estágio da dor humana.

É a fase exata onde a Alma dói de verdade.

Padre Marcelo Rossi.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Bom ano letivo a todos



Nesta semana, muitos professores regressam das merecidas férias, cheio de muita garra e vontade para encarar o ano letivo 2013/14.
Nesse novo ano desejamos a todos um ótimo ano letivo, muito trabalho e muita responsabilidade e... muito bons frutos!
Ricardino Rocha

domingo, 1 de setembro de 2013

Seja humilde para aprenderes

Seja humilde para
Admitir teus erros,
Inteligente para
Aprender com eles
E maduro para corrigi-lo.


 




Padre Marcelo Rossi.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O paradoxo do nosso tempo



O paradoxo do nosso tempo
(George Carlin - cómico americano)
O paradoxo do nosso tempo consiste em termos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos, estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos; compramos mais, mas desfrutamos
menos.
Temos casas maiores, mas famílias mais pequenas; mais comodidades, mas menos tempo.
Temos mais graus académicos, mas menos entendimento; mais conhecimento e menos poder de discernimento; mais peritos, mas ainda mais problemas; mais medicina, mas menos bem-estar.
Bebemos muito, fumamos muito, gastamos de forma perdulária, mas rimos muito pouco; guiamos muito depressa, irritamo-nos muito facilmente,
deitamo-nos muito tarde… para acordamos muito cansados; lemos muito
pouco, vemos muita televisão, mas só muito de vez em quando rezamos.
Multiplicámos as nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos muito, raramente amamos e odiamos com muita frequência.
Aprendemos a ganhar dinheiro para viver, mas não a viver. Adicionámos
anos à vida, mas não vida aos anos.
Já fomos à lua e dela voltámos, mas temos dificuldade em atravessar a rua
para saudar o nosso novo vizinho. Conquistámos o espaço exterior, mas não o espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpámos o ar, mas poluímos a alma. Dominámos o átomo, mas não os nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planeamos
mais, mas realizamos menos. Aprendemos a viver depressa, mas não a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, para produzir mais mensagens electrónicas do que antes, mas comunicamos cada vez menos. Estes são os tempos do e da digestão lenta; dos homens grandes e dos caracteres pequenos; dos grandes lucros e das relações superficiais.
São os tempos dos dois salários, mas de mais divórcios; das casas mais
luxuosas, mas de lares desfeitos. São os dias das viagens rápidas, das fraldas
descartáveis, dos valores morais descartáveis, das relações de uma só noite, dos corpos obesos e das pílulas que fazem tudo: levantar o ânimo, deprimir e até matar.

A educação no lar é a base da felicidade

A educação no lar é a base da felicidade de nossos filhos.
  Dê toda a atenção para a formação do caráter de seus filhos, sobretudo por meio dos exemplos de sua própria vida.
 Não discuta jamais com sua esposa.
 Não dê jamais um passo errado.
 Viva de tal forma que seu filho possa orgulhar-se de você, vendo, em seu exemplo, o modelo que ele deve seguir para ser um homem de bem.

 Padre Marcelo Rossi.

13 mil: números mágicos!

Caros amigos: professores de LP e de outras disciplinas, alunos e internautas em geral, acabamos de atingir as 13 mil visualizações do nosso e vosso blog.
Agradecemos a todos os que de uma forma ou de outra nos prestigiam nos quatro cantos do globo.
Obrigado a todos,
Ricardino Rocha

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dar acesso a escrita...



O tesouro perdido
      Era uma vez um rapaz chamado Rui, ele era alto, magro e com olhos vivos, o seu maior sonho era ir a procura de um tesouro. Estavam nas ferias de verão.
      Numa manhã ele levantou-se bem cedo e foi caminhar pela praia, e para a sua surpresa encontrou uma garrafa e lá dentro estava um mapa.
     Então, foi para a casa do Clinton que era o 2º melhor aluno da turma. Só ele podia decifrar o mapa.
    – Sabes  decifrar o mapa? – Perguntou o Rui.
    – Posso tentar – Respondeu o Clinton.
     O Rui foi a procura dos três melhores amigos, enquanto o Clinton tentava decifrar o mapa.
    O Rui encontrou os três amigos, Djeison, Ailton e Edmilson, foram para casa do Clinton, que já tinha acabado de decifrar o mapa. 
     Logo que os amigos do Rui  virem o mapa,  perceberam que o tesouro estava numa ilha deserta.
     Saíram todos à procura de um bote. Roubaram o primeiro que apareceu-lhes à frente.
     – O dono desse bote será bem recompensado quando voltarmos – disse o Edmilson.
     Eles navegaram até a ilha deserta – a ilha de Santa Luzia. Mas quando chegaram a ilha deserta, caminharam, caminharam até encontrar um  templo perdido. Esse templo tinha muitas armadilhas, por isso, enfrentaram grandes perigos. Viram o tesouro e os seus olhos brilhavam de alegria. Era um baú cheio de pedras preciosas, mas o que eles não sabiam é que o tesouro era guardado por um dragão.
     Começaram aproximar do tesouro e um dragão gigantesco apareceu.
     – Quem quer o tesouro terá que me enfrentar – Disse o dragão.
     O  Ailton ficou com muito medo, quando o dragão disse aquilo e acabou fugindo, ao contrário do Edmilson que queria lutar, mas o Rui não deixou.
    O Rui apanhou a espada e começou a combater com o dragão. De repente, ele subiu para um penhasco e o dragão começou a tentar derrubá-lo.  Então, o Rui deu um grande salto e acabou  por lhe cortar  a cabeça em dois pedaços.
    Quando o dragão morreu, o Ailton apareceu, pedindo desculpa por ter fugido como um covarde.
    Dividiram  o tesouro em 5 partes iguais e cada um ficou com o seu quinhão.
Voltaram para a casa e a primeira coisa que fizeram foi cada um deixar uma pedra preciosa no fundo do bote do pescador. Viveram todos felizes para todo o sempre.
                                                                                                     Fim
Conclusão
Aprendemos muito com este trabalho, gostaríamos  ter mais oportunidades desses.
Concluímos que este trabalho é de extrema importância.
Participantes da turma 7ºD ano lectivo 2008/2009
nº 13     Clinton
nº 14     Djeison
nº 18     Ailton
nº 7       Edmilson
                                        

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Binômio fantástico: o Sapato e o gato

O sapato e o gato
Era uma vez um motorista. Ele foi para a casa, parou o carro, tirou o sapato, colocou-o debaixo da cama.
O gato que andava sempre por lá apanhou o sapato e rasgou.
No outro dia, quando o motorista estava indo para o trabalho foi apanhar o sapato debaixo da cama e encontrou-o rasgado. Ele disse:
- O que é que eu vou fazer? Não tenho sapato para ir ao trabalho! Deve ser trabalho daquele gato metediço. Vou mostrá-lo o que acontece com aquele que mexe com fogo.
 Ele procurou o gato e pegou uma das suas patas e jogou dentro de fogo.

Ronilson de Jesus Correia da Veiga
Nº 32 Turma 7ºB
Escola Secundária Luciano Garcia - Órgãos

Binômio fastástico: A Estrela e a Boneca

A Estrela e a Boneca
Era uma vez uma Estrela e uma Boneca. Um dia eu estava a brincar com a boneca e reparei que ela estava a olhar uma estrela.
A boneca disse:
- Era para eu ter asas para voar.
E a estrela disse:
- Também era para eu ter uma escada para descer, para encontrar a boneca.
- Eu não gostei dessa história porque eu não tenho intimidade com a estrela.
Entretanto, um dia, a boneca fugiu e eu não vi para onde ela foi. Uma pessoa disse-me que ela ia se encontrar com a estrela. Mas ela voltou logo e não disse nada. Tinha ido ao casamento entre a estrela e o peixe. 
  

Natalina Pereira Moniz
 Nº 30 turma:7º E
                                     Escola Secundária Luciano Garcia - Órgãos