terça-feira, 9 de outubro de 2012

Palavras mágicas...


Evite a arrogância e a prepotência.

O que torna uma pessoa importante não é a posição que ela ocupa na sociedade, nem o dinheiro que ela possui, nem a autoridade que exerce.

O que a torna particularmente bela e importante, querida e respeitada é a sua simplicidade, a sua educação no falar e no agir.

Em resumo, são aqueles que, antes, dizem: "Por favor".
E, depois, não se esquecem de dizer: "Obrigado".

As Aventuras do Rui

Turma 7º F Participantes:
Nº2 – Alaide
Nº9 – Cliff
Nº12 – Eder
Nº13 – Edmilson
Nº15 – Emerson
Nº16 – Fredeson
Nº21 – Jeremias
Nº24 – Lucília
Nº 31 – Paula

AS AVENTURAS DO RUI E DOS SEUS AMIGOS

Era uma vez um menino chamado Rui que tinha vários amigos, o Eder, a Lucília, o Jeremias e o Edmilson que viviam na ilha de Santiago.
Um dia os quatros amigos do Rui foram cavar na praia de mar para saber qual deles cavaria mais rápido e mais fundo. O Eder recusou-se a participar e os outros amigos iniciaram o jogo sem a sua participação. A Lucília terminou em primeiro lugar, o Jeremias em segundo e por último o Edmilson. Porém, na cova do Edmilson tinha algo mais importante e quando saiu da sua cova, a Lucília e o Jeremias ficaram a rir-se dele, foi então que eles viram um papel na mão do Edmilson e perguntaram-lhe:
- O que é isso?
- É um mapa! Respondeu o Edmilson muito motivado.
- Mapa? Mas que tipo de mapa? Perguntou a Lucília com uma grande ansiedade.
- É um mapa que nos levará a um tesouro! Respondeu com muito mais convicção o Edmilson. O Eder ao ouvir a palavra “tesouro” foi logo a correr para os amigos e disse:
- Vocês encontraram um tesouro?!
- Não! Encontramos só um mapa de tesouro. Disse o Edmilson
- Esse mapa vai levar-nos ao tesouro! Certo? Disse e perguntou o Eder.
-Sim! Responderam os outros.
- Vamos mostrar o mapa à mãe do Rui para ver se é verdade! Ordenou a Lucília. Depois da ordem, eles foram para a casa do Rui mostrar para a sua mãe.
- O que é isto meninos? Perguntou a mãe do Rui.
- É um mapa de tesouro! Responderam rapidamente os meninos.
- Então encontram o tesouro! Disse a mãe sem saber em que perigo estava a meter o seu filho e os amigos dele. Os meninos começaram a analisar o mapa para ver onde se encontrava o tesouro e viram então que o tesouro estava na ilha de Santa Luzia. E o Jeremias disse com uma voz muito triste:
- Mas a nossa mãe não vai nos deixar ir para a Santa Luzia!
- A nossa mãe já nos deixou ir procurar o tesouro! Disse a Lucília.
- Mas ela não sabe que se encontra na ilha de Santa Luzia. Disse o Jeremias.
- Isso é verdade mas vamos arranjar uma ideia para ir a Santa Luzia! Disse a Lucília.
- Eu tenho uma ideia! Disse o Eder todo empolgado. E eles disseram de imediato:
- Fala logo!
- Lembram do pescador que mora ao pé do mar? Perguntou o Eder.
- Sim. Responderam.
- Então vamos ver se ele nos leva até à ilha! Disse o Eder com um sorriso estampado no rosto.
- Muito bem Eder, iremos quando anoitecer e vamos levar o Rui connosco! Disse a Lucília.
- É claro que vamos levar o Rui, ele é o mais velho e também o mais inteligente de todos! Disse a Lucília. Depois de estarem em acordo, foram para a casa do Rui avisá-lo e quando chegaram, encontraram o Rui a dormir e foram acordá-lo. Foi então que a Lucília chegando mais perto do rui, disse com um ar de ansiedade:
- Deixam que eu vou contar-lhe a história! Depois de ter-lhe contado a história, o Rui levantou-se e disse:
- O que vocês estão à esperar para irem arrumar as vossas coisas?! E eles foram arrumar as suas coisas. Quando anoiteceu eles já estavam preparados para irem para a ilha de Santa Luzia. No meio da noite quando a mãe do Rui se levantou para beber um copo de água e viu o filho e os seus amiguinhos todos arrumados para sair, perguntou:
- Aonde vocês pensam que vão a esta hora?!
- Vamos acampar lá na praia de mar! Disse o Rui.
-Mas a esta hora, no meio da noite? Perguntou a mãe.
- Sim, para podermos procurar o tesouro escondido! Disse o Rui.
- Não podem esperar amanhecer?! Perguntou a mãe novamente.
- Não mãe, precisamos ir agora, e chega de perguntas mãe! Disse o Rui muito decidido.
- Então vão! Resmungou a mãe!
Depois das perguntas da mãe do Rui, os meninos foram à praia de mar procurar o pescador e depois deles chegaram e de o terem convencido, todos estavam a bordo num bote com destino à ilha do tesouro. Quando chegaram a Santa Luzia, o pescador ficou no bote à espera dos miúdos que iam apanhar uma coisa e voltar logo. Os meninos começaram a andar na ilha, e foram parar num lugar cheio de árvores de frutas e aproveitaram o lugar para poder comer e descansar um pouco. Depois do intervalo continuaram a procurar o tesouro com o Jeremias um pouco cansado, e o Rui aproveitou para dizer:
- Faltam uns 5 quilómetros para chegarmos a caverna!
- Eu não vou entrar nesta caverna! Disse o Edmilson com uma cara muito assustada. E então disse o Rui:
- Todos vão entrar nesta caverna!
Começaram a andar de novo e depois de chegarem à caverna, todos ficaram a dizer que estavam ricos, mas os meninos não sabiam o que estava para vir. Dentro da caverna acenderam uma lanterna e começaram a procurar e encontraram um buraco no chão tapado com madeira, e quando encontraram o buraco, este encontrava-se cheio de tesouro. Mas o Emerson e o Fredeson que eram os donos do tesouro já estavam a caminho da caverna. Longe da ilha a mãe do Rui começou a ficar preocupada com os miúdos. Depois dos donos estarem na caverna encontraram os miúdos com o tesouro e começou uma confusão entre os dois grupos, para acalmar a situação o Rui disse:
- Nos já estávamos de saída, vamos para a casa, desculpem o incomodo é que viemos parar aqui por acaso!
- Quem disse que vocês vão para casa! Vocês vão ficar presos aqui e vão tornar-se num monte de esqueletos. Disse o Fredeson.
Os meninos foram amarrados num tronco de árvore. Quando amanheceu o Emerson e o Fredeson ligaram para os seus dois camaradas, o Abener e o Cliff para que viessem para a ilha de Santa Luzia e eles já estavam a caminho, quando chegaram puseram-se às ordens dos colegas.
- Quero que vocês vigiem esses pirralhos! Disse o Emerson.
- Deixa connosco! Responderam os dois recém chegados.
O Cliff viu os miúdos e ficou com pena deles e pensou em ajudá-los. Quando anoiteceu estavam todos a dormir menos o Cliff pois pretendia salvar os meninos; levantou-se e foi acordar os meninos para poderem fugir, depois de acordados e desamarrados os meninos, ao agradecerem o Cliff começaram a correr mas por azar o Fredeson viu-os a correr e o Cliff a ajudá-los. O Fredeson levantou-se e tirou a pistola e disse ao Cliff para preparar para poder levar um tiro e de seguida o Cliff levou um tiro na barriga, o Emerson e o Abener juntaram-se ao Fredeson ao ouvirem o tiro, agradecendo-lhe por ter morto o Cliff que os tinha traído e foram a correr atrás dos pirralhos. Como o Emerson, o Abener e o Fredeson conheciam a ilha melhor do que os meninos, apareceram à frente dos meninos e pegaram-nos, mas o Rui consseguio escapar, e o Fredeson correu atrás do Rui e com a pistola atirou para cima para assustar o Rui, e ele atirou-se ao chão e foi agarrado e espancado pelo Emerson e pelo Fredeson. Quando acabaram de bater no Rui levaram os meninos de volta para o tronco. Mas o Cliff não se encontrava mais no chão, e o Emerson disse muito aflito:
- Onde será que o Cliff foi parar?
- Só se ele foi para o céu! Respondeu o Fredeson todo sorridente.
- Deixe de patetice! Disse o Emerson. Quando o Cliff se levantou do chão amarrou a sua ferida e escondeu-se esperando a chegada dos bandidos. Quando anoiteceu, os três bandidos dormiram menos os meninos; o Cliff apareceu e libertou os meninos sem fazer barulho para não acordar os outros; os bandidos foram desarmados e acordados pelo Cliff. Os meninos apanharam os tesouros e levaram-nos para o bote e o Cliff levou os bandidos para o bote também. Os bandidos foram directamente para a prisão; meninos deram ao pescador e ao Cliff um pouco de ouro porque eles os tinham ajudado nesta missão tão perigosa. Quando os meninos bateram na porta da mãe do Rui ela disse muito aflita:
- Por onde vocês andaram!
- Encontramos o tesouro! Disse o Rui, e ela não acreditou no início, mas quando os viu ficou toda alegre e a saltitar de alegria, enquanto dividia os tesouros em cinco partes iguais. Oito meses depois o Fredeson e o Emerson fugiram da cadeia menos o Abener que não conseguiu fugir e eles disseram com muita raiva:
- Iremos pegar os pirralhos e o nosso tesouro.

FIM

Liberdade para...


Liberdade de agir e de pensar

Alunos, temos a liberdade de agir e de pensar, mas não podemos esquecer que a nossa liberdade termina onde começa o direito do nosso próximo.

Vocês que têm um sonho para ser realizado... Estudem.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O que é sabedoria?



Você sabe o que é sabedoria?

Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Para as nossas mães...

Mãe Querida
Aqui estou para te dar meu carinho.
Sentir teu perfume embalando meus sonhos.
Teus abraços de amor a me proteger.
Teu sorriso, tuas mãos, tua pele, teus olhos.
Tudo que me faz crescer.
Agradeço a vida.
Consentida, refletida.
No espelho da alma.
Amiga e companheira.
Agradeço principalmente o amor.
Por me ensinar a amar verdadeiramente.
Primeiro a Deus, depois ao próximo como a mim mesmo.
E obrigado pela Mãe das Mães ( Maria ), que com certeza passa na nossa frente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Para refletir...



ACREDITE

Você precisa ter sonhos, para que possa se levantar todas as vezes que cair.

Acreditar, que a toda hora, acontecerá coisas boas e mudará o rumo da sua vida.

Você tem que regar os teus sonhos todos os dias, assim como se rega uma planta, para que cresça...

Mas você começa a dizer a si mesmo:

- Eu vou conseguir!

- Eu vou superar!

Caça ao erro



Por Armanda Zenhas 

Se um filho ou um aluno escreve com muitos erros, se ele cresce e o problema persiste, como se sentem os pais? E os professores? A preocupação pelos erros será sempre justificada? O que origina o erro? Como se pode ajudar uma criança ou um jovem a escrever sem erros?
Frequentemente ouvimos atribuir os erros ortográficos a reduzidos ou inexistentes hábitos de leitura. Contudo, eles podem ter outras causas e há que fazer uma análise cuidada do tipo de erros dados e das situações em que ocorrem. Quando é que a criança erra? Quando copia? Quando escreve o que ouve? Na escrita livre? Que tipo de erros dá? Falta de acentos? Omissão de letras ou sílabas? Repetição de letras? Inversão da ordem das letras ou das sílabas? Confusão de palavras homófonas?
Se os erros se situam apenas na escrita livre, é bem provável que a criança pronuncie palavras de forma deficiente e as escreva tal como as diz. Pode haver erros relacionados com pronúncias regionais, pela mesma razão. Poderão aparecer trocas de letras e omissão de vogais ou de sílabas.
Se os erros se dão só quando a criança copia, poderá ter dificuldade em se concentrar na tarefa ou em discriminar visualmente semelhanças/diferenças entre letras. Pode saltar letras, sílabas, palavras ou linhas. Pode não colocar acentos.
Se os erros ocorrem em textos ditados, será que a criança tem dificuldade em reter estímulos sonoros? Será que consegue discriminar bem os sons? Antes de procurar uma dessas causas, há que equacionar a possibilidade de ela ter problemas de audição.
Há muitos jogos e atividades que podem ser usados pelos pais para ajudarem os filhos a ultrapassar as suas dificuldades, reforçando o trabalho feito na escola.
Para desenvolver a competência de discriminar visualmente semelhanças e diferenças, há jogos muitos úteis: descobrir diferenças; encontrar absurdos em desenhos; sopa de letras; etc.
Se se trata de dificuldade em discriminar sons, podem ser feitos jogos de reprodução de sons ou sequências de sons, de identificação de sons (palavras, instrumentos ou vozes numa canção, sons do meio ambiente) ou de distinção de sons semelhantes em pares de palavras.
A língua portuguesa reveste-se de dificuldades ortográficas e de regras que precisam de ser conhecidas e praticadas (diferentes valores para a mesma letra, por exemplo). Há algumas estratégias a que se pode recorrer, tais como a formação de famílias de palavras, a utilização de palavras em frases e contextos diferentes, a elaboração de fichas relacionando palavras com desenhos ou com histórias.
As crianças, especialmente as mais pequenas, poderão memorizar melhor se envolverem outros sentidos para além da visão. Podem escrever as palavras, com o dedo, em superfícies diferentes (areia, plasticina lisa), envolvendo também o tato.
O diálogo entre os pais e os professores é importante para se fazer uma análise correta da situação e para se definirem estratégias de colaboração. Se a situação for grave, poderá ser pedido auxílio ao professor de apoios educativos. Afinal, a união faz a força.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A PROPÓSITO DO ESTUDANTE DE HOJE



(no facebook, achei esse artigo muito interessante, por isso resolvi compartilhar com vocês. Link: https://www.facebook.com/groups/opulpito/permalink/287758627995136/ )
Creio que o factor aluno no sistema de ensino é muito mais complexo do que se possa imaginar. Pois, vários são os factores que concorrem para que o processo de ensino/aprendizagem seja eficiente e eficaz, independentemente do país a que se quer ferir.
Não se resume apenas no querer e não querer do aluno. Acreditando nas opiniões avulsas e inconsistentes que se ouvem aqui e acolá, importa dizer que o “prazer de estudar” não é simples obra do destino ou da contingência. Acredita-se que ele está intimamente ligado à motivação do sujeito objecto do processo de aprendizagem.
Ou seja, o aluno estuda com aprazimento se o pedagogo for capaz de incutir na sua mente a concernente certeza de que o esforço que consente no processo de aprendizagem será recompensado. Se o estudo traz-lhe benefícios matérias e recompensas sociais na sua vida futura. Isto é, se lhe trás felicidade.
O que quer dizer que numa sociedade onde predomina a vida fácil, o nepotismo, o tráfico de influência, o compadrio, a corrupção, a promoção do demérito e a não literacia, a tendência marcante será no sentido dos mais temerários (os jovens e crianças) a não se importarem em adquirirem conhecimentos.
É como que dizer: para quê estudar se o fulano ao lado catapulta na hierarquia social e consegue tudo na vida sem ter passado por uma escola?
Com efeito, importa não se olvidar do papel sempre preponderante do Professor no processo de ensino/ aprendizagem.
Está provado cientificamente que, em circunstâncias normais, quando o aluno não compreender o transmitido pelo Professor, é porque Este não ensinou. E faz todo o sentido.
Faz todo o sentido, porquanto, inverso ao que o Professor desqualificado do ponto de vista pedagógico possa imaginar, o processo de aprendizagem não se resume ao simples transmitir de um somatório de conhecimentos e informações ilustrados por parte deste. Implica, acima de tudo, a sua percepção por parte do aluno, em harmonia aos níveis de conhecimento deste.
O quer dizer que se o aluno não assimilar é porque não houve aprendizagem. Para o efeito, existem técnicas cientificamente comprovadas para testar e comprovar em que momento há e em que momento não há aprendizagem. Técnicas aprimoradas mas de muito fácil aprendizagem.
Sinceramente, não sei se o sistema de ensino em Cabo Verde está apetrechado desses instrumento cientificamente contraprovados.
Um outro elemento muito importante no processo de ensino/aprendizagem tem a ver com o método de ensinamento utilizado pelo Docente, expedindo os conhecimentos programáticos de forma saudável, alegre e cativante, fazendo com que a educação não seja encarada como simples procedimento de transmitir - ideias feitas - o que é conhecido, porque ao alcance de todos; mas também como processo de desvendar o que é desconhecido.
Investigando um pouco mais, convém que o sistema ensino/aprendizagem cabo-verdiano interrogue a si mesmo, perguntando-se se para além dos factores externos já conhecidos de todos, a aparente desmotivação dos alunos cabo-verdianos e sequente “insucesso escolar” verificado durante o ano transacto não têm a ver, também, com o facto de se utilizar processos de ensino/aprendizagem mais adequados a criancinhas que a adolescentes, satisfazendo-se com a sensação de ter ensinado e a proclamada qualidade do ensino em Cabo Verde, respectivamente.
Fenómeno muito bem desenvolvido pela “ANDRAGOGIA”, considerada na Europa como paralela à PEDAGOGIA. Isto é, definida como a ciência ou arte de AUXILIAR o “adulto” a aprender.
Tudo para dizer, a grosso modo, que a tese relacionada com o insucesso escolar não deve ser dissecada só e só na perspectiva “responsabilidade” ou “irresponsabilidade” do aluno, mas sim e também na perspectiva que permite descobrir se o processo ensino/aprendizagem utilizado é o mais abrangente e o mais adequado.
Afinal, um tema muito aliciante, cujo debate pode fazer correr muita tinta em CABO VERDE.
03/10/12
ADRIANO PIRES

Mensagem do dia 3 de outubro de 2012


O tempo é muito lento para os que esperam.

Muito rápido para os que têm medo.

Muito longo para os que lamentam.

Muito curto para os que festejam.

Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Mensagem do dia 2 de outubro de 2012

A felicidade está no seu coração.

Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequena felicidade.
E essa tal felicidade anda por ai, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos:A viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos,
o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.
A vida é feita de instantes, não tenha medo do futuro.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.