Turma 7º F Participantes:
Nº2 – Alaide
Nº9 – Cliff
Nº12 – Eder
Nº13 – Edmilson
Nº15 – Emerson
Nº16 – Fredeson
Nº21 – Jeremias
Nº24 – Lucília
Nº 31 – Paula
AS AVENTURAS DO RUI E DOS SEUS AMIGOS
Era
uma vez um menino chamado Rui que tinha vários amigos, o Eder, a
Lucília, o Jeremias e o Edmilson que viviam na ilha de Santiago.
Um
dia os quatros amigos do Rui foram cavar na praia de mar para saber
qual deles cavaria mais rápido e mais fundo. O Eder recusou-se a
participar e os outros amigos iniciaram o jogo sem a sua participação. A
Lucília terminou em primeiro lugar, o Jeremias em segundo e por último o
Edmilson. Porém, na cova do Edmilson tinha algo mais importante e
quando saiu da sua cova, a Lucília e o Jeremias ficaram a rir-se dele,
foi então que eles viram um papel na mão do Edmilson e perguntaram-lhe:
- O que é isso?
- É um mapa! Respondeu o Edmilson muito motivado.
- Mapa? Mas que tipo de mapa? Perguntou a Lucília com uma grande ansiedade.
-
É um mapa que nos levará a um tesouro! Respondeu com muito mais
convicção o Edmilson. O Eder ao ouvir a palavra “tesouro” foi logo a
correr para os amigos e disse:
- Vocês encontraram um tesouro?!
- Não! Encontramos só um mapa de tesouro. Disse o Edmilson
- Esse mapa vai levar-nos ao tesouro! Certo? Disse e perguntou o Eder.
-Sim! Responderam os outros.
-
Vamos mostrar o mapa à mãe do Rui para ver se é verdade! Ordenou a
Lucília. Depois da ordem, eles foram para a casa do Rui mostrar para a
sua mãe.
- O que é isto meninos? Perguntou a mãe do Rui.
- É um mapa de tesouro! Responderam rapidamente os meninos.
-
Então encontram o tesouro! Disse a mãe sem saber em que perigo estava a
meter o seu filho e os amigos dele. Os meninos começaram a analisar o
mapa para ver onde se encontrava o tesouro e viram então que o tesouro
estava na ilha de Santa Luzia. E o Jeremias disse com uma voz muito
triste:
- Mas a nossa mãe não vai nos deixar ir para a Santa Luzia!
- A nossa mãe já nos deixou ir procurar o tesouro! Disse a Lucília.
- Mas ela não sabe que se encontra na ilha de Santa Luzia. Disse o Jeremias.
- Isso é verdade mas vamos arranjar uma ideia para ir a Santa Luzia! Disse a Lucília.
- Eu tenho uma ideia! Disse o Eder todo empolgado. E eles disseram de imediato:
- Fala logo!
- Lembram do pescador que mora ao pé do mar? Perguntou o Eder.
- Sim. Responderam.
- Então vamos ver se ele nos leva até à ilha! Disse o Eder com um sorriso estampado no rosto.
- Muito bem Eder, iremos quando anoitecer e vamos levar o Rui connosco! Disse a Lucília.
-
É claro que vamos levar o Rui, ele é o mais velho e também o mais
inteligente de todos! Disse a Lucília. Depois de estarem em acordo,
foram para a casa do Rui avisá-lo e quando chegaram, encontraram o Rui a
dormir e foram acordá-lo. Foi então que a Lucília chegando mais perto
do rui, disse com um ar de ansiedade:
- Deixam que eu vou contar-lhe a história! Depois de ter-lhe contado a história, o Rui levantou-se e disse:
-
O que vocês estão à esperar para irem arrumar as vossas coisas?! E eles
foram arrumar as suas coisas. Quando anoiteceu eles já estavam
preparados para irem para a ilha de Santa Luzia. No meio da noite quando
a mãe do Rui se levantou para beber um copo de água e viu o filho e os
seus amiguinhos todos arrumados para sair, perguntou:
- Aonde vocês pensam que vão a esta hora?!
- Vamos acampar lá na praia de mar! Disse o Rui.
-Mas a esta hora, no meio da noite? Perguntou a mãe.
- Sim, para podermos procurar o tesouro escondido! Disse o Rui.
- Não podem esperar amanhecer?! Perguntou a mãe novamente.
- Não mãe, precisamos ir agora, e chega de perguntas mãe! Disse o Rui muito decidido.
- Então vão! Resmungou a mãe!
Depois
das perguntas da mãe do Rui, os meninos foram à praia de mar procurar o
pescador e depois deles chegaram e de o terem convencido, todos estavam
a bordo num bote com destino à ilha do tesouro. Quando chegaram a Santa
Luzia, o pescador ficou no bote à espera dos miúdos que iam apanhar uma
coisa e voltar logo. Os meninos começaram a andar na ilha, e foram
parar num lugar cheio de árvores de frutas e aproveitaram o lugar para
poder comer e descansar um pouco. Depois do intervalo continuaram a
procurar o tesouro com o Jeremias um pouco cansado, e o Rui aproveitou
para dizer:
- Faltam uns 5 quilómetros para chegarmos a caverna!
- Eu não vou entrar nesta caverna! Disse o Edmilson com uma cara muito assustada. E então disse o Rui:
- Todos vão entrar nesta caverna!
Começaram
a andar de novo e depois de chegarem à caverna, todos ficaram a dizer
que estavam ricos, mas os meninos não sabiam o que estava para vir.
Dentro da caverna acenderam uma lanterna e começaram a procurar e
encontraram um buraco no chão tapado com madeira, e quando encontraram o
buraco, este encontrava-se cheio de tesouro. Mas o Emerson e o Fredeson
que eram os donos do tesouro já estavam a caminho da caverna. Longe da
ilha a mãe do Rui começou a ficar preocupada com os miúdos. Depois dos
donos estarem na caverna encontraram os miúdos com o tesouro e começou
uma confusão entre os dois grupos, para acalmar a situação o Rui disse:
- Nos já estávamos de saída, vamos para a casa, desculpem o incomodo é que viemos parar aqui por acaso!
- Quem disse que vocês vão para casa! Vocês vão ficar presos aqui e vão tornar-se num monte de esqueletos. Disse o Fredeson.
Os
meninos foram amarrados num tronco de árvore. Quando amanheceu o
Emerson e o Fredeson ligaram para os seus dois camaradas, o Abener e o
Cliff para que viessem para a ilha de Santa Luzia e eles já estavam a
caminho, quando chegaram puseram-se às ordens dos colegas.
- Quero que vocês vigiem esses pirralhos! Disse o Emerson.
- Deixa connosco! Responderam os dois recém chegados.
O
Cliff viu os miúdos e ficou com pena deles e pensou em ajudá-los.
Quando anoiteceu estavam todos a dormir menos o Cliff pois pretendia
salvar os meninos; levantou-se e foi acordar os meninos para poderem
fugir, depois de acordados e desamarrados os meninos, ao agradecerem o
Cliff começaram a correr mas por azar o Fredeson viu-os a correr e o
Cliff a ajudá-los. O Fredeson levantou-se e tirou a pistola e disse ao
Cliff para preparar para poder levar um tiro e de seguida o Cliff levou
um tiro na barriga, o Emerson e o Abener juntaram-se ao Fredeson ao
ouvirem o tiro, agradecendo-lhe por ter morto o Cliff que os tinha
traído e foram a correr atrás dos pirralhos. Como o Emerson, o Abener e o
Fredeson conheciam a ilha melhor do que os meninos, apareceram à frente
dos meninos e pegaram-nos, mas o Rui consseguio escapar, e o Fredeson
correu atrás do Rui e com a pistola atirou para cima para assustar o
Rui, e ele atirou-se ao chão e foi agarrado e espancado pelo Emerson e
pelo Fredeson. Quando acabaram de bater no Rui levaram os meninos de
volta para o tronco. Mas o Cliff não se encontrava mais no chão, e o
Emerson disse muito aflito:
- Onde será que o Cliff foi parar?
- Só se ele foi para o céu! Respondeu o Fredeson todo sorridente.
-
Deixe de patetice! Disse o Emerson. Quando o Cliff se levantou do chão
amarrou a sua ferida e escondeu-se esperando a chegada dos bandidos.
Quando anoiteceu, os três bandidos dormiram menos os meninos; o Cliff
apareceu e libertou os meninos sem fazer barulho para não acordar os
outros; os bandidos foram desarmados e acordados pelo Cliff. Os meninos
apanharam os tesouros e levaram-nos para o bote e o Cliff levou os
bandidos para o bote também. Os bandidos foram directamente para a
prisão; meninos deram ao pescador e ao Cliff um pouco de ouro porque
eles os tinham ajudado nesta missão tão perigosa. Quando os meninos
bateram na porta da mãe do Rui ela disse muito aflita:
- Por onde vocês andaram!
-
Encontramos o tesouro! Disse o Rui, e ela não acreditou no início, mas
quando os viu ficou toda alegre e a saltitar de alegria, enquanto
dividia os tesouros em cinco partes iguais. Oito meses depois o Fredeson
e o Emerson fugiram da cadeia menos o Abener que não conseguiu fugir e
eles disseram com muita raiva:
- Iremos pegar os pirralhos e o nosso tesouro.
FIM