quinta-feira, 28 de abril de 2011

Crónica de Andreia Lopes

Desigualdades entre professor e aluno


Eu estou há quatro anos a estudar nesta escola. Eu não sou uma aluna brilhante, como por exemplo, ir para quadro de honra, mão direita dos professores ou dos chefes, mas sou uma aluna que dá para estar numa escola.
Nesses quatro anos que já estou cá, vi algumas desigualdades entre professores e alunos. Há muitos alunos desta escola que não sabem falar com os professores, desrespeitam os colegas, as continas e não só. Há também professores que maltratam os alunos como se fossem o seu filho, discutem com os alunos, dáo palmadas nos alunos, dão castigos atrás da porta, explicam a matéria só para os alunos que tem maior capacidade de entender, ou seja, o “Copuleti”, os que têm dinheiro para comprar pacote de bolacha e cola trindade para enganar os professores. Os que não tem dinheiro para comprar tudo isso fica prejudicado.
Isso pode ser!?
Na minha opinião, quando um aluno está a desrespeitar o professor, eu acho que os professores não devem dirigir a palavra aos alunos, porque mesmo assim quer tenha razão ou não, vão para o Conselho de Disciplina, o professor ganha a razão e o aluno vai ser castigado.
Isso é injustiça!
Nesta escola não é uma escola em que os alunos ficam satisfeitos, porque nada que a Direcção faça agrada ou, fica satisfeito ao aluno. Como por exemplo, a Direcção escreveu um aviso para os alunos que não havia aulas no 4º e 5º tempo, porque havia marcha de “Respeito e igualdade a mulher”. Alguns alunos não assistiram as aulas e os professores marcaram as faltas.
A minha mensagem que eu deixo aos colegas e aos professores é que um aluno é um aluno e um professor é um professor, que devem ter respeito uns aos outros, ou seja, que é a mesma coisa em comum.
Nesta escola é preciso ter respeito tanto aos professores como aos alunos. Que se lembrem que estão numa casa de ensino. Que a Direcção da escola precisa de ter mais responsabilidade com os alunos e os professores e saber organizar a nossa escola para que possa ser uma escola bem respeitada e valorizada.

Cronista:
Andreia Sofia Lopes Nº8 10º G



Crónica de Ana Carvalho

DIVERSÃO/ESCOLA


A vida de uma adolescente é marcada por quatro coisas: Escola, amigos, namorado, família.
Atento aos acontecimentos do dia-a-dia, esta tem passado mal com as mais diferentes disciplinas e matérias escolares, tudo marcado por estudos e pelas notas.
Porque não estar a divertir? Temos que estudar? Perguntam os alunos entre 12 a 17 anos. A resposta é curta: para decidir certo do nosso futuro. Mas a duas perguntas mais interessantes: A primeira é: porque não somos adultos para não ter que estudar mais? A segunda é: porque já não nascemos sabendo tudo o que há para saber?
É preciso saber estudar e dar valor aos estudos. Isso no sentido positivo, já no sentido negativo quem tem o azar de ser adolescente precisa de ajuda por estar acostumado a passar o tempo a se divertir sem se aperceber das responsabilidades que crescem de um minuto para outro. Então pergunto: porque passar a vida estudando e não divertindo muito sabendo que devemos aproveitar a nossa única vida?
Normalmente, se não houvesse escola a vida de uma adolescente seria muito aborrecida porque num determinado momento das festas, dos amigos e da diversão vamos sentir a falta dos professores, isto é, alguns.
A escola, os estudos e tudo que aprendemos num momento da nossa vida pode servir-nos dependendo da matéria do primário ou do secundário correspondendo ao curso prosseguido podemos ter um bom trabalho.
Mas algumas pessoas nem dão valor a isso, passam esta fase da adolescência em que a escola é a prioridade. Faltam as aulas para ver o namorado ou simplesmente porque não gostam do(a) professor(a) ou não querem ir a essa aula na maioria das vezes essas pessoas prejudicam o seu futuro, mas nós não podemos fazer nada por elas a não ser dar-lhes uns conselhos. Mas, às vezes, nem isso adianta. A escola está a frente de qualquer diversão.
Há muitas perguntas para serem feitas, mas nem tudo posso responder. Entretanto, é vivendo e aprendendo.   
Ana Carvalho 10º G




Crónicas

Os escolhidos da escola


Cronista: Alector Cardoso




domingo, 30 de janeiro de 2011

Nigéria: Confrontos em Jos fazem vários mortos


Nigéria: Confrontos em Jos fazem vários mortos

Confrontos entre católicos e muçulmanos em Jos, na Nigéria, provocaram 15 mortos, afirmam responsáveis da comunidade muçulmana. Dados diferentes são avançados pela polícia, que registou dois mortos no confronto e uma tentativa de atentado à bomba falhado numa igreja protestante, também no norte.

Na zona de Jos, «encontrámos 15 corpos em diferentes zonas da cidade afectada pela violência no domingo», disse à AFP o chefe de uma equipa de resgate, Mohammed Shitu, dizendo que houve pessoas alvejadas e queimadas.

Já Ahmed Garba, responsável de um grupo muçulmano de Jos, apontou 14 vítimas mortais. «Seis deles foram mortos pelos tiros dos polícias, cinco pessoas foram mortas em Rusau durante os confrontos entre cristãos e muçulmanos e três foram queimados por vândalos», explicou.

Recorde-se que a zona de Jos, no centro da Nigéria, é frequentemente palco de violência entre grupos muçulmanos e cristãos.

Polícia nigeriana regista 35 mortos na última semana

Na última semana, 35 pessoas morreram em confrontos entre grupos muçulmanos e cristãos na Nigéria, com a maioria a registar-se na cidade de Jos, informaram este domingo as autoridades policiais nigerianas. A região centro do país continua assim marcada pela violência religiosa.

«Trinta e cinco pessoas foram mortas na sequência de violência religiosa em Tafawa Balewa na quinta-feira», afirmou à agência AFP Abdulkadir Mohammed Indabawa, chefe da polícia local. Também na semana anterior a polícia já havia registado 4 mortos, para além da destruição de 5 mesquitas e 50 casas.

Note-se que Tafawa Balewa já registou vários confrontos entre as duas comunidades religiosas. A sua localização, no estado de Plateau, entre a região do norte do país, maioritariamente muçulmana, e o sul, maioritariamente cristão, torna-o um palco de conflito entre os grupos.

fonte: www.abola.pt

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Balanço 2010


A ser publicado brevemente

quinta-feira, 24 de junho de 2010

10 de Junho

10 de Junho: Dia de Camões.
 10 de Junho: comemora-se neste dia o dia de Portugal e dia de Camões/ dia da Língua Portuguesa.
Este é o nosso propósito: divulgar esta língua neste país. Obrigado!
Língua portuguesa: a língua de Camões, Eça, Garett, Pessoa, Saramago,...

9 de Junho

9 de Junho
Meu aniversário:
«Obrigado Senhor por me teres dado a vida e uma vocação. Chamas todos os dias a ser Tua testemunha no mundo e entre os irmãos. Chamas-me a viver com os outros, a encontrar-Te e a amar-Te nos outros. Tu que vês a minha a minha vida e conheces o meu todo o meu ser, ajuda-me a descobrir e a viver plenamente a minha vocação.»
Ricardino Rocha

Faleceu José Saramago

17/06/2010


Faleceu esta sexta-feira Saramago
José Saramago faleceu esta sexta-feira, pelas 12h45, aos 87 anos, na sua casa de Tias, na ilha de Lanzarote, no arquipélado das Canárias (Espanha), vítima de doença prolongada.
O escritor português, galardoado com o prémio Nobel da Literatura em 1998, é Sócio Honorário do Benfica, há onze anos, desde 14 de Junho de 1999. A cultura portuguesa perdeu um vulto notável, cidadão do mundo e um dos expoentes máximos da literatura mundial contemporânea.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Claridade + Canibália = Claridália


Claridade + Canibália = Claridália
Neste dia 2 de Junho, a cantora Daniela Mercury, o sanfoneiro pernambucano Targino Godim e o músico cabo-verdiano Tito Paris estão juntos no show Claridalia. A apresentação ocorre às 21horas, em Gamboa.
O próprio nome do espectáculo é uma forma de brindar as relações culturais entre o Brasil e Cabo Verde, visto ser “Claridália” é a junção de “Canibália”, nome da actual digressão de Daniela Mercury, e “Claridade”, importante movimento cultural cabo-verdiano de meados do século XX.
E da mesma forma que Claridade, com o mote “pés fincados na terra”, foi um movimento de emancipação cultural, social e política da sociedade cabo-verdina, a Canibália é, segundo a própria Mercury, a celebração da mestiçagem brasileira, um trabalho que vai para além da música.
As raízes de Claridália estão ligadas a Tropicália, movimento de afirmação e renovação cultural brasileira que marcou os anos de 1960. Por seu lado, Claridade tem, também, influências do Brasil, mais especificamente da região nordeste onde, à semelhança do que acontecia no Sul, nas décadas de 20 e 30 do século passado, apostava-se numa cultura-literatura, sobretudo, voltada para a realidade local.
O espectáculo se insere também nas comemorações dos 550 anos da descoberta do arquipélago por navegadores portugueses (1460) e dos 35 anos da independência do país. O espectáculo, no palco montado para o Festival da Gamboa, realizado há duas semanas na praia homónima da capital cabo-verdiana, ocorre no momento em o país recebe a visita oficial do ministro da Cultura do Brasil. O ministro brasileiro vai entregar à Cidade Velha, 15 quilómetros a oeste da capital cabo-verdiana, o certificado de Património Mundial da Humanidade, anunciado, em Junho do ano passado, pela UNESCO.